Dois jogos que tudo podem decidir



O triunfo em Bragança manteve o Vitória B na luta pela subida à II Liga e, mais do que isso, aproximou os vitorianos do segundo lugar, fruto do deslize do Vizela. Nesta altura, os comandados por Armando Evangelista permanecem na luta pela subida, dependendo apenas de si para marcarem presença no playoff de subida com o segundo classificado da zona sul.

A quatro jornadas do final, o Vitória B tem por isso tudo para conseguir o seu objectivo, sendo que os próximos dois jogos são absolutamente decisivos. Pela frente, o Vitória B tem uma recepção ao Vizela (2º) e uma visita a Freamunde (1º). A equipa do Freamunde, apesar dos dois meses de ordenados em atraso, segue na liderança isolada da Série Norte com mais cinco ponto do que o Vitória. 

A paragem no campeonato principal no próximo fim-de-semana, deverá também permitir que o treinador da equipa B disponha de mais soluções para atacar a recepção ao Vizela e assim conseguir ascender ao segundo lugar da tabela. O apoio dos vitorianos será também muito importante nesta fase decisiva do Campeonato Nacional de Seniores.

Relembre-se que o primeiro classificado sobe directamente à II Liga, enquanto que o segundo disputará um playoff com o segundo classificado da zona sul. Nesta altura, o Benfica de Castelo Branco ocupa o 2º posto nessa série seguido de perto pelo Mafra e pelo Sertanense.



Foto: Sítio oficial Vitória SC
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Novo triunfo e já só falta um (89-84)


O Vitória voltou a vencer na recepção à Ovarense e de um passo de gigante rumo às meias finais. Como dizia Fernando Sá no final da partida, só falta um triunfo em três jogos possíveis e por isso tudo está bem encaminhado.

Com muito público, de novo, presente, o Vitória foi sempre superior e só mesmo algumas falhas de concentração no derradeiro período fizeram com que a Ovarense se aproximasse. Mais um triunfo justo e seguro do Vitória e de uma equipa que promete continuar a dar tudo.

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Vitória entra a ganhar nos playoff (86-72)


 
O Vitória entrou a ganhar nos playoff de basquetebol. Diante da Ovarense, a equipa de Fernando Sá dominou praticamente toda a partida, exceptuando os primeiros minutos do desafio. Uma exibição segura e competente num jogo marcado pelo muito público presente nas bancadas do pavilhão vitoriano. Amanhã, o Vitória volta a defrontar a Ovarense no seu pavilhão no segundo jogo do playoff, também pelas 16 horas
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E o martírio continua... (2-3) (vídeo)



Impensável. Na recepção a mais um aflito, o Vitória manteve a sua série negra, a tal que nunca havia acontecido nos últimos 12 anos, somando agora 9 jogos sem ganhar. Dois triunfos apenas na segunda volta do campeonato, apenas um deles em casa, é um pecúlio absolutamente desastroso.
 
Início de jogo atípico, com o Arouca a adiantar-se no marcador sem ter feito muito por isso e um Vitória a ter de reagir para, depois, cair já na compensação em mais um lance absurdo. Tudo mau demais. Há alturas porém em que já não há palavras que descrevam o momento, ainda que muitas vezes também pareça evidente que tudo acontece, seja uma expulsão à meia hora de jogo (Belenenses) ou um adversário a marcar nas duas primeiras vezes que vai à baliza.
 
O penoso final de temporada continua e não haverá vitoriano que não anseie que a época chegue rapidamente ao seu final. Restam agora dois jogos, com Académica e Braga, esperando que a resposta seja pelo menos ao nível do que os adeptos do Vitória merecem.
 
Veja os momentos importantes da partida desta noite:

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Para memória futura


Não sei se Emílio Macedo será expulso de sócio. Não sei sequer se continuará a pagar as quotas do clube do qual foi presidente durante um mandato e meio e vice-presidente em parte de um outro. Não sei aliás se isso lhe fará qualquer diferença. Sei apenas que a história não se apagará e que Emílio Macedo será, para sempre, um dos piores presidentes que o Vitória SC já teve (se não mesmo o pior, mas isso a história vai encarregar-nos de dizer). Sei ainda que foi durante a sua direção que o Vitória foi colocado em risco de sobrevivência. E sei também que, muito provavelmente, Emílio Macedo seguindo os passos dos seus antecessores, nunca mais voltará às bancadas do D. Afonso Henriques, em casa ou fora de portas, para sofrer ou gritar pelo Vitória.

E tudo isto é importante para memória futura, dois anos depois de um momento de viragem no Vitória. Para que nunca esqueçamos de onde viemos e para onde nos atiraram. E, essencialmente, para percebermos que muito do que passamos agora teve origem nesse passado que continua a pôr em causa o nosso presente e os nossos sonhos. Como prevíamos, fácil era bater no fundo, mas difícil é voltar a reerguer o clube. E para isso, há ainda um longo caminho a percorrer, mesmo que às vezes os triunfos fortuitos o pareçam esconder, a exemplo do que não raras vezes aconteceu no passado recente.
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7595


 
Números que preocupam. Noutros clubes seria motivo para satisfação, no Vitória creio que é também motivo de preocupação. O Vitória prepara-se para ser, de novo e sem surpresa, o 4º clube em assistências no campeonato principal. Ainda assim, os 7595 espectadores presentes frente ao Arouca evidenciam uma queda que tem sido, infelizmente, regra no Estádio D. Afonso Henriques. Há também um longo caminho a percorrer na tentativa de voltar a chamar a família vitoriana ao estádio do Rei, apesar da crise grave porque passa o país e a região e apesar do momento da equipa.
 
 
 
 
 
 
Foto: Sítio oficial Vitória SC
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Triunfo seguro perante S. João de Ver (2-0)



Não fosse o triunfo já no período de descontos do Vizela frente ao Limianos e a vitória diante do S. João de Ver teria sido ainda mais saborosa. Ainda assim, foi um triunfo seguro da melhor equipa em campo e com o momento alto marcado para o livre de Cafú que deu o segundo golo dos vitorianos, voltando a mostrar que o médio é um especialista neste tipo de lances.
 
Com este resultado, o Vitória mantém-se na luta pela subida de divisão, embora as coisas não estejam fáceis atendendo à vantagem dos mais directos adversários (Freamunde e Vizela). A deslocação a Bragança no próximo fim-de-semana é mais uma final onde é proibido falhar, principalmente em vésperas da recepção ao Vizela.
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Uma expulsão que tudo mudou (3-1)


 
E a série negra continua. Oitavo jogo sem vencer, desta feita na deslocação ao Restelo e num jogo em que o Vitória até começou cedo a ganhar. Um golo de Crivellaro logo no primeiro minuto parecia sinal de que o Vitória poderia ter uma tarde tranquila. A verdade é que a incrível expulsão de Malonga aos 35 minutos do primeiro tempo por acumulação de amarelos, tudo mudou.
 
Contudo, sem só a expulsão poderá servir de desculpa. O Vitória surgiu na segunda parte com uma atitude muito aquém do esperado e deixando-se encurralar pelo Belenenses. O golo do empate conseguido pelos da casa logo no início da etapa complementar acabou por galvanizar o Belenenses e levar à total cambalhota no marcador. Um golo conseguido em posição irregular que o assistente de Artur Soares Dias não viu.
 
Depois, viu-se um Vitória sem argumentos que só mesmo nos minutos finais e já mais com o coração tentou reagir à desvantagem. Altura em que os do Restelo aproveitaram para fazer o cheque-mate no desafio num golo em que a defesa vitoriana (que estreou a 9ª dupla de centrais da temporada) foi incrivelmente permissiva.
 
Ainda falta muito para esta época terminar?
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Não, não tenho saudades



Deixem-me navegar contra a onda que, ao que parece, se instalou no futebol português. Deixem-me ter memória. Deixem-me defender, mais do que o futebol português ou a emotividade e a competitividade dos seus jogos, a verdade. Deixem-me dizer que, ao contrário daquilo que parece ser uma opinião generalizada dos clubes portugueses e da esmagadora maioria dos comentadores de futebol, não tenho saudades do Boavista e não posso concordar com a sua subida administrativa, alcançada à custa de uma ridícula prescrição e não da negação do conteúdo das acusações de que o clube foi alvo. Um processo que puniu o clube por coação de árbitros de futebol, e o empurrou para a 2ª liga e não para os campeonatos não profissionais para onde este acabaria por cair por causa de uma gestão incompetente.
 
Num futebol português onde tudo se tenta apagar, sobe-se agora o Boavista esquecendo-se as razões que levaram a justiça desportiva a despromovê-los e provando uma vez mais que o futebol português tem memória curta. Memória curta, porque esquece a forma como este Boavista cresceu, como muitas vezes ganhou e como não raras vezes os seus triunfos foram à custa do prejuízo do Vitória.
 
Não, não tenho saudades dos jogos com o Boavista. Tenho é saudades de ver o D. Afonso Henriques cheio, de ver o Vitória ganhar, de ver o Vitória jogar bom futebol. Tenho saudades de momentos como o daquela tarde inigualável no estádio do Jamor. Tenho saudades de ver Guimarães de mãos dadas com o seu Vitória.
 
Não, não acho que o futebol português saia beneficiado com a subida do Boavista. O futebol português nunca sairá beneficiado com a subida de quem tão mal fez a este mesmo futebol. Mais do que isso, a primeira liga de futebol só sai beneficiada com a subida dos que o fazem por mérito próprio e não à boleia de alargamentos de última hora.
 
Permitam-me que não tenha saudades de quem tanto nos tirou nos bastidores. Permitam-me que não fique feliz com o regresso de quem tão mal nos quis. Sim, talvez aqui esteja espelhado algum rancor, mas deixem-me gostar primeiro do Vitória e depois do futebol português.
 
E sim, prefiro duelos com clubes de dimensão inferior que até nos vençam justamente nas quatro linhas, do que recordar duelos com o Boavista onde tudo afinal estava decidido antes do jogo acontecer...
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Empate que soube a pouco (0-0) (vídeos)



Nas bancadas, o ambiente foi de primeira, com provocações de parte a parte e a noção de que as rivalidades não se atenuaram pelo longo percurso do Boavista nos escalões inferiores. Jogo aparte, estranho, como estranhará qualquer adepto de futebol que um clube condenado por coação a árbitros de futebol e relegado para a segunda liga (e que por incompetência caiu para escalões não profissionais) seja agora integrado no primeiro escalão. Percebemos agora que o crime compensa e que se pretende, com esta subida na secretaria apagar o que o que foi feito, com a conivência dos clubes da primeira liga. Contudo, sou obrigado a admitir que estes jogos são diferentes dos demais.
 
No que ao jogo diz respeito, a verdade é que na primeira parte estivemos longe de assistir a uma boa partida de futebol. O equilíbrio foi muito, mas as oportunidades escassearam. O Vitória B apresentou Moreno como novidade e o central foi importante pela experiência que trouxe ao sector mais recuado. O nulo ao intervalo era uma consequência natural do que se foi vendo, no mal tratado sintético do Bessa.
 
Na etapa segunda, as coisas foram um pouco diferentes. O jogo continuou a ser muito disputado, ficando a sensação que poderia cair para qualquer um dos lados, mas as defesas superiorizaram-se sempre aos ataques. Ainda assim, na segunda parte as melhores ocasiões foram para o Vitória B. E não fosse a ineficácia de Hernâni em duas situações e o cabeceamento à trave de Ricardo mesmo em cima do apito final, o desfecho poderia ter sido diferente.
 
Com este empate, o Vitória B vê agora o Vizela fugir na tabela mas continua na luta de uma segunda volta em que os vitorianos terão de fazer mais para conseguirem ascender aos campeonatos profissionais.
 
Os pequenos vídeos que se seguem são do apoio vitoriano no estádio do Bessa, esta tarde.
 
 
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Estoril a mais e Vitória a menos (1-3)



A Europa ficou fora da rota dos vitorianos depois de mais um desaire. E, mesmo vários dias depois, a derrota continua a custar e muito. Ainda assim, nada há a apontar à vitória do Estoril. Os canarinhos foram melhores em todos os capítulos do jogo e o Vitória nunca foi capaz de ter o jogo controlado, apesar de até ter inaugurado o marcador por intermédio do estreante Alex.
 
Mas o Estoril foi sempre uma equipa mais madura e não fosse Paulo Oliveira e o resultado ao intervalo poderia até ter sido pior do que na realidade foi, ou seja, um empate. Na segunda parte, as dificuldades do Vitória mantiveram-se. Do ponto de vista defensivo, a equipa nunca acertou e as dificuldades de construção foram sempre evidentes.
 
O desfecho duro, da derrota, acaba por ser merecido mas demasiado amargo para os adeptos do Vitória que continuam a ver esta equipa fazer uma segunda volta para esquecer. Uma equipa que muitas vezes parece ter duas caras, uma diante dos ditos grandes e outras frente às restantes equipas do campeonato.
 
A derrota acaba também com o sonho europeu do Vitória e, pior do que isso, atira a equipa para o 10º lugar e, se os jogadores não cerrarem rapidamente fileiras, podemos assistir a um final de época ainda mais negativo e desastroso. No próximo sábado com o Belenenses, as coisas terão de ser necessariamente diferentes, ainda que sem André e Paulo Oliveira, castigados.
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