Vitória entra a ganhar nos playoff (86-72)


 
O Vitória entrou a ganhar nos playoff de basquetebol. Diante da Ovarense, a equipa de Fernando Sá dominou praticamente toda a partida, exceptuando os primeiros minutos do desafio. Uma exibição segura e competente num jogo marcado pelo muito público presente nas bancadas do pavilhão vitoriano. Amanhã, o Vitória volta a defrontar a Ovarense no seu pavilhão no segundo jogo do playoff, também pelas 16 horas
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E o martírio continua... (2-3) (vídeo)



Impensável. Na recepção a mais um aflito, o Vitória manteve a sua série negra, a tal que nunca havia acontecido nos últimos 12 anos, somando agora 9 jogos sem ganhar. Dois triunfos apenas na segunda volta do campeonato, apenas um deles em casa, é um pecúlio absolutamente desastroso.
 
Início de jogo atípico, com o Arouca a adiantar-se no marcador sem ter feito muito por isso e um Vitória a ter de reagir para, depois, cair já na compensação em mais um lance absurdo. Tudo mau demais. Há alturas porém em que já não há palavras que descrevam o momento, ainda que muitas vezes também pareça evidente que tudo acontece, seja uma expulsão à meia hora de jogo (Belenenses) ou um adversário a marcar nas duas primeiras vezes que vai à baliza.
 
O penoso final de temporada continua e não haverá vitoriano que não anseie que a época chegue rapidamente ao seu final. Restam agora dois jogos, com Académica e Braga, esperando que a resposta seja pelo menos ao nível do que os adeptos do Vitória merecem.
 
Veja os momentos importantes da partida desta noite:

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Para memória futura


Não sei se Emílio Macedo será expulso de sócio. Não sei sequer se continuará a pagar as quotas do clube do qual foi presidente durante um mandato e meio e vice-presidente em parte de um outro. Não sei aliás se isso lhe fará qualquer diferença. Sei apenas que a história não se apagará e que Emílio Macedo será, para sempre, um dos piores presidentes que o Vitória SC já teve (se não mesmo o pior, mas isso a história vai encarregar-nos de dizer). Sei ainda que foi durante a sua direção que o Vitória foi colocado em risco de sobrevivência. E sei também que, muito provavelmente, Emílio Macedo seguindo os passos dos seus antecessores, nunca mais voltará às bancadas do D. Afonso Henriques, em casa ou fora de portas, para sofrer ou gritar pelo Vitória.

E tudo isto é importante para memória futura, dois anos depois de um momento de viragem no Vitória. Para que nunca esqueçamos de onde viemos e para onde nos atiraram. E, essencialmente, para percebermos que muito do que passamos agora teve origem nesse passado que continua a pôr em causa o nosso presente e os nossos sonhos. Como prevíamos, fácil era bater no fundo, mas difícil é voltar a reerguer o clube. E para isso, há ainda um longo caminho a percorrer, mesmo que às vezes os triunfos fortuitos o pareçam esconder, a exemplo do que não raras vezes aconteceu no passado recente.
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7595


 
Números que preocupam. Noutros clubes seria motivo para satisfação, no Vitória creio que é também motivo de preocupação. O Vitória prepara-se para ser, de novo e sem surpresa, o 4º clube em assistências no campeonato principal. Ainda assim, os 7595 espectadores presentes frente ao Arouca evidenciam uma queda que tem sido, infelizmente, regra no Estádio D. Afonso Henriques. Há também um longo caminho a percorrer na tentativa de voltar a chamar a família vitoriana ao estádio do Rei, apesar da crise grave porque passa o país e a região e apesar do momento da equipa.
 
 
 
 
 
 
Foto: Sítio oficial Vitória SC
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Triunfo seguro perante S. João de Ver (2-0)



Não fosse o triunfo já no período de descontos do Vizela frente ao Limianos e a vitória diante do S. João de Ver teria sido ainda mais saborosa. Ainda assim, foi um triunfo seguro da melhor equipa em campo e com o momento alto marcado para o livre de Cafú que deu o segundo golo dos vitorianos, voltando a mostrar que o médio é um especialista neste tipo de lances.
 
Com este resultado, o Vitória mantém-se na luta pela subida de divisão, embora as coisas não estejam fáceis atendendo à vantagem dos mais directos adversários (Freamunde e Vizela). A deslocação a Bragança no próximo fim-de-semana é mais uma final onde é proibido falhar, principalmente em vésperas da recepção ao Vizela.
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Uma expulsão que tudo mudou (3-1)


 
E a série negra continua. Oitavo jogo sem vencer, desta feita na deslocação ao Restelo e num jogo em que o Vitória até começou cedo a ganhar. Um golo de Crivellaro logo no primeiro minuto parecia sinal de que o Vitória poderia ter uma tarde tranquila. A verdade é que a incrível expulsão de Malonga aos 35 minutos do primeiro tempo por acumulação de amarelos, tudo mudou.
 
Contudo, sem só a expulsão poderá servir de desculpa. O Vitória surgiu na segunda parte com uma atitude muito aquém do esperado e deixando-se encurralar pelo Belenenses. O golo do empate conseguido pelos da casa logo no início da etapa complementar acabou por galvanizar o Belenenses e levar à total cambalhota no marcador. Um golo conseguido em posição irregular que o assistente de Artur Soares Dias não viu.
 
Depois, viu-se um Vitória sem argumentos que só mesmo nos minutos finais e já mais com o coração tentou reagir à desvantagem. Altura em que os do Restelo aproveitaram para fazer o cheque-mate no desafio num golo em que a defesa vitoriana (que estreou a 9ª dupla de centrais da temporada) foi incrivelmente permissiva.
 
Ainda falta muito para esta época terminar?
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Não, não tenho saudades



Deixem-me navegar contra a onda que, ao que parece, se instalou no futebol português. Deixem-me ter memória. Deixem-me defender, mais do que o futebol português ou a emotividade e a competitividade dos seus jogos, a verdade. Deixem-me dizer que, ao contrário daquilo que parece ser uma opinião generalizada dos clubes portugueses e da esmagadora maioria dos comentadores de futebol, não tenho saudades do Boavista e não posso concordar com a sua subida administrativa, alcançada à custa de uma ridícula prescrição e não da negação do conteúdo das acusações de que o clube foi alvo. Um processo que puniu o clube por coação de árbitros de futebol, e o empurrou para a 2ª liga e não para os campeonatos não profissionais para onde este acabaria por cair por causa de uma gestão incompetente.
 
Num futebol português onde tudo se tenta apagar, sobe-se agora o Boavista esquecendo-se as razões que levaram a justiça desportiva a despromovê-los e provando uma vez mais que o futebol português tem memória curta. Memória curta, porque esquece a forma como este Boavista cresceu, como muitas vezes ganhou e como não raras vezes os seus triunfos foram à custa do prejuízo do Vitória.
 
Não, não tenho saudades dos jogos com o Boavista. Tenho é saudades de ver o D. Afonso Henriques cheio, de ver o Vitória ganhar, de ver o Vitória jogar bom futebol. Tenho saudades de momentos como o daquela tarde inigualável no estádio do Jamor. Tenho saudades de ver Guimarães de mãos dadas com o seu Vitória.
 
Não, não acho que o futebol português saia beneficiado com a subida do Boavista. O futebol português nunca sairá beneficiado com a subida de quem tão mal fez a este mesmo futebol. Mais do que isso, a primeira liga de futebol só sai beneficiada com a subida dos que o fazem por mérito próprio e não à boleia de alargamentos de última hora.
 
Permitam-me que não tenha saudades de quem tanto nos tirou nos bastidores. Permitam-me que não fique feliz com o regresso de quem tão mal nos quis. Sim, talvez aqui esteja espelhado algum rancor, mas deixem-me gostar primeiro do Vitória e depois do futebol português.
 
E sim, prefiro duelos com clubes de dimensão inferior que até nos vençam justamente nas quatro linhas, do que recordar duelos com o Boavista onde tudo afinal estava decidido antes do jogo acontecer...
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Empate que soube a pouco (0-0) (vídeos)



Nas bancadas, o ambiente foi de primeira, com provocações de parte a parte e a noção de que as rivalidades não se atenuaram pelo longo percurso do Boavista nos escalões inferiores. Jogo aparte, estranho, como estranhará qualquer adepto de futebol que um clube condenado por coação a árbitros de futebol e relegado para a segunda liga (e que por incompetência caiu para escalões não profissionais) seja agora integrado no primeiro escalão. Percebemos agora que o crime compensa e que se pretende, com esta subida na secretaria apagar o que o que foi feito, com a conivência dos clubes da primeira liga. Contudo, sou obrigado a admitir que estes jogos são diferentes dos demais.
 
No que ao jogo diz respeito, a verdade é que na primeira parte estivemos longe de assistir a uma boa partida de futebol. O equilíbrio foi muito, mas as oportunidades escassearam. O Vitória B apresentou Moreno como novidade e o central foi importante pela experiência que trouxe ao sector mais recuado. O nulo ao intervalo era uma consequência natural do que se foi vendo, no mal tratado sintético do Bessa.
 
Na etapa segunda, as coisas foram um pouco diferentes. O jogo continuou a ser muito disputado, ficando a sensação que poderia cair para qualquer um dos lados, mas as defesas superiorizaram-se sempre aos ataques. Ainda assim, na segunda parte as melhores ocasiões foram para o Vitória B. E não fosse a ineficácia de Hernâni em duas situações e o cabeceamento à trave de Ricardo mesmo em cima do apito final, o desfecho poderia ter sido diferente.
 
Com este empate, o Vitória B vê agora o Vizela fugir na tabela mas continua na luta de uma segunda volta em que os vitorianos terão de fazer mais para conseguirem ascender aos campeonatos profissionais.
 
Os pequenos vídeos que se seguem são do apoio vitoriano no estádio do Bessa, esta tarde.
 
 
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Estoril a mais e Vitória a menos (1-3)



A Europa ficou fora da rota dos vitorianos depois de mais um desaire. E, mesmo vários dias depois, a derrota continua a custar e muito. Ainda assim, nada há a apontar à vitória do Estoril. Os canarinhos foram melhores em todos os capítulos do jogo e o Vitória nunca foi capaz de ter o jogo controlado, apesar de até ter inaugurado o marcador por intermédio do estreante Alex.
 
Mas o Estoril foi sempre uma equipa mais madura e não fosse Paulo Oliveira e o resultado ao intervalo poderia até ter sido pior do que na realidade foi, ou seja, um empate. Na segunda parte, as dificuldades do Vitória mantiveram-se. Do ponto de vista defensivo, a equipa nunca acertou e as dificuldades de construção foram sempre evidentes.
 
O desfecho duro, da derrota, acaba por ser merecido mas demasiado amargo para os adeptos do Vitória que continuam a ver esta equipa fazer uma segunda volta para esquecer. Uma equipa que muitas vezes parece ter duas caras, uma diante dos ditos grandes e outras frente às restantes equipas do campeonato.
 
A derrota acaba também com o sonho europeu do Vitória e, pior do que isso, atira a equipa para o 10º lugar e, se os jogadores não cerrarem rapidamente fileiras, podemos assistir a um final de época ainda mais negativo e desastroso. No próximo sábado com o Belenenses, as coisas terão de ser necessariamente diferentes, ainda que sem André e Paulo Oliveira, castigados.
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Sem vermelhos, houve via verde (1-0) (vídeo)



A arbitragem de Nuno Almeida acabou por ser decisivo no desfecho de um jogo em que o Vitória voltou a merecer bem mais do que conseguiu. Diante do Sporting e num ambiente difícil, os vitorianos apresentaram sempre as linhas muito subidas, impedindo assim os leões de ter espaço na fase de construcção. A verdade é que o Vitória teve oportunidades suficientes para evitar a derrota mas, uma vez mais, foi demasiado perdulário na hora de atirar a contar.

Mas o que sobressai também deste jogo é a má arbitragem do algarvio Nuno Almeida. Fechou os olhos a dois lances que poderiam ter dado expulsões de Slimani e Adrien e que poderiam ter mudado o cariz do encontro. A simulação grosseira de Slimanni (já depois de ter visto um amarelo também por simulação) só poderia ter dado expulsão por acumulação de cartões e a entrada inacreditável de Adrien sobre Marco Matias teria de ter valido o vermelho directo, num lance em que Nuno Almeida nem falta assinalou (?!). Esteve também mal ao validar o golo do Sporting, uma vez que Jeffersson está em posição irregular. Da mesma forma que esteve mal no golo anulado ao Sporting porque Montero está em posição legal. Uma péssima arbitragem, que ficou bem evidente na forma como foi gerindo o jogo na fase inicial, fazendo vista grossa às faltas cometidas sobre os jogadores do Vitória.

A exibição vitoriana, personalizada e destemida, merecia um pouco mais nesta deslocação a Alvalade. Contudo, a dificuldade que o Vitória mantém em marcar golos e a arbitragem de Nuno Almeida, tudo complicaram. O Vitória mantém esperanças em chegar a um lugar europeu mas falta agora menos uma jornada...
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Vitória B empate no reduto do último (2-2)



O Vitória B não foi além de um empate no reduto do último classificado, o Limianos. Os vitorianos tiveram de reagir a duas desvantagens tendo sido os golos vitorianos apontados por Touré e Areias. Com este empate o Vitória B está agora no 3º lugar, a dois pontos do Vizela que é segundo e já a seis da liderança (Freamunde). Nesta jornada, destaque para nova goleada do Vizela, desta feita frente ao Bragança por 5-1 e para a derrota do Boavista frente ao Cesarense. O Boavista é o próximo adversário do Vitória B no início da segunda volta deste campeonato nacional de seniores e um jogo muito importante para o objectivo que os vitorianos perseguem.
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Mereciam melhor sorte (0-0)


Pela direita, pela esquerda ou pelo centro. De pé direito, de pé esquerdo ou com a cabeça. Hoje nada a apontar a uma equipa que tudo tentou para ser feliz e para conseguir um resultado positivo. Mas há dias assim. O Vitória voltou a não conseguir vencer e terá hipotecado ainda mais as hipóteses de terminar em lugar europeu mas desta vez sem que os adeptos se possam queixar da atitude da equipa, pelo contrário.

Do outro lado o adversário, simplesmente abdicou de jogar. Da mesma forma que o tem feito noutros jogos desta época e a exemplo do que também fez no encontro da primeira volta. Uma equipa entregue à sorte de um dos melhores guarda-redes da prova que voltou a fazer uma exibição perfeita e que impediu o Vitória de vencer. Perdão, de golear.

E quem assim (não) joga, merecia é certo ser castigado, mas o castigo acabou por ser para um Vitória demasiado perdulário. Um Vitória que é claramente diferente, para melhor, com Tomané porque abdica do jogo directo e tem na frente quem é capaz de segurar o esférico. Um Vitória que hoje voltou a ter um exibição de gigante de André André - já não é novidade, pois não? - e outros jogadores em bom nível como Paulo Oliveira ou Crivellaro e até o regresso de quem deixa tudo em campo como Olímpio.

Os adeptos saíram tristes do estádio, mas certamente mais com o resultado do que com a exibição, até porque hoje a imagem foi positiva. Ainda assim, novo jogo sem ganhar. O próximo será em Alvalade onde a equipa precisa de reencontrar alguma ponta de felicidade que lhe tem fugido nos últimos encontros e, principalmente, tornar-se bem mais eficaz na finalização.

Uma nota apenas para terminar. Para o público. Menos de 10 mil espectadores, é demasiado preocupante, ainda para mais num dia como o de hoje.




Foto: TVI
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Goleada na recepção ao Cesarense (6-1)



Em jornada de muitos golos, o Vitória B aplicou "chapa 6" ao Cesarense no Campeonato Nacional de Seniores e mantém-se na luta pela subida. Um triunfo claro da equipa de Armando Evangelista e logo com muitos golos (golos de Hernâni (2), Areias, Alex, Cafu e Fábio Vieira)  que darão certamente mais confiança para os próximos encontros.


Bragança, Vizela e Freamunde também golearam os seus adversários e por isso continua tudo muito "embrulhado" na classificação, com o Vitória, Boavista e Vizela empatados com 10 pontos e o segundo classificado Bragança com 11 pontos. O líder continua a ser o Freamunde com 14 pontos.

Na próxima jornada, o Vitória B desloca-se a Ponte de Lima para defrontar o Limianos, uma equipa que está no último lugar desta fase e na jornada que marca o fim da primeira volta.
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