Golos do Vitória em relato


O jogo já contava para pouco mas ainda assim, há jogos que não podendo ganhar não se devem perder. E foi o que aconteceu. Dois golos, de Caiado e de Ricardo Gomes deram o empate 2-2 no Estádio do Bessa. E os golos foram assim relatados aos microfones da Rádio Fundação:
 
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Vitória B arranca triunfo na Feira! (1-2)



Mesmo com 10 jogadores, o Vitória B arrancou um triunfo muito importante em Santa Maria da Feira. No Estádio Marcolino de Castro, os vitorianos garantiram três pontos que colocam a equipa num tranquilo 11º lugar com 34 pontos com mais de 10 pontos de vantagem sobre os lugares difíceis da tabela.

Os dois golos do Vitória B foram apontados por João Vigário. O Vitória B esteve a vencer por 1-0 com um golo alcançado já na etapa segunda, mas uma grande penalidade muito duvidosa assinalada a punir mão na bola de Moreno (e que levou à expulsão do central por acumulação) complicou muito as contas dos comandados por Armando Evangelista.

Ainda assim, e mesmo em inferioridade numérica, o Vitória B voltaria a chegar ao golo de novo por intermédio de Vigário. É o 10º triunfo do Vitória no campeonato e mais um excelente resultados dos jovens conquistadores!
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O futebol não pode ser isto! (2-2)



Ponto prévio. As equipas jogam com as armas que têm e, quando em situação difícil na tabela ainda mais. O Vitória pode queixar-se essencialmente de si, por ter entrado talvez a achar que tudo seria bem mais fácil do que realmente foi. Por ter mesmo, talvez e mesmo que involuntariamente, achado que perante o último a receita seria a mesma que a aplicada a Nacional e Académica. Tudo isto é verdade. Contudo há mais verdades para além de todas estas.

É que mesmo acordando tarde, o Vitória fez mais do que o suficiente para ganhar. E mais do que isso, o Gil Vicente merecia ter saído penalizado com a derrota. Porque aquilo que assistiu na segunda parte do encontro de sábado foi a negação do futebol. O Gil Vicente simplesmente abdicou de jogar, agarrando-se ao anti-jogo e ao seu guarda-redes. Ultrapassando mesmo os limites do razoável e prejudicando o futebol. 

Este Gil é do Minho. É um clube com um estádio com boas condições e uma terra de boa gente. Mas aquilo que provocou ontem em mim, e certamente em muitos adeptos do futebol, foi revolta. E a noção clara de que equipas que simplesmente abdicam de jogar futebol, não merecem competir na primeira liga. Mesmo com todas as limitações.

Salvou-se, o coração da equipa vitoriana que, encostada às cordas, teve de ir buscar todas as suas forças para evitar o vexame. Conseguiu o empate e até poderia ter ido mais além. Fica, contudo, o amargo de boca por dois pontos perdidos no D. Afonso Henriques perante o último classificado. Mas fica também mais uma lição. É preciso encarar todos os jogos da mesma forma e desde o seu início. 
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Exibição de gala com golos para recordar! (4-1)



Primeiro tempo de excelência a roçar a perfeição. Apanhados, de forma injusta em desvantagem, os jovens vitorianos não se deixaram abater. No final do jogo, Armando Evangelista afirmou que uma das razões foi a presença de Moreno, o líder de balneário, que fez valer a sua experiência para segurar o castelo. 

Se foi ou não, não sei. Mas o que sei eu, e todos aqueles que puderam ver o jogo esta tarde, é que a equipa reagiu da melhor maneira. Com uma exibição de gala e com golos para mais tarde recordar. Se o golo de Areias teve o condão de empatar a partida, o de Crivellaro foi capaz de levantar o estádio. Do meio-campo, o médio fez um chapéu só ao alcance dos predestinados. 

Mas ainda havia mais para ver durante a primeira parte. Ricardo Gomes fez o terceiro e Alexandre Silva, o jovem que o Vitória foi recrutar a Alvalade, em mais um momento de magia fez o quarto do Vitória B.

Uma primeira parte perfeita, perante o Benfica B. Uma equipa que foi capaz de entusiasmar e de resolver com arte o desafio. Na segunda parte, e tal como no jogo da equipa principal, foi preciso apenas gerir.

Com a primeira volta terminada, o Vitória B está tranquilamente instalado a meio da tabela, mantendo um aproveitamento perfeito dos seus jovens jogadores e numa articulação excelente também com a equipa principal. Excelente.


Foto: Sítio oficial Vitória SC  
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Melhor primeira volta da história! (4-0)



Segundo jogo consecutivo em casa e com quatro golos apontados e nenhum sofrido. Mais um recorde que cai e desta feita alcançada a melhor primeira volta de sempre da história do Vitória. 34 pontos hoje celebrados com mais uma goleada e com quatro golos portugueses.  Mais do que isso, o Vitória tem hoje, no final da primeira volta tantos golos marcados como os que consegui o ano passado... no final do campeonato. Excelente!

O estreante Ricardo Valente fez o primeiro, com Tomané, André André e Hernâni a construírem uma goleada que foi acompanhada de uma boa exibição. Depois do jogo pouco conseguido na Luz, os vitorianos voltaram a não dar hipótese ao seu adversário, mesmo que pela frente tenham tido uma Académica que foi seguramente das piores equipas que passou pelo D. Afonso Henriques esta temporada.

Mérito do Vitória que tornou o jogo fácil e que foi acelerando até ser necessário. Depois de desmontado o adversário e de consolidado o triunfo, os vitorianos souberam gerir a partida e somar mais um triunfo, fechando a primeira volta da melhor maneira, perante 11759 espectadores.

Na próxima quarta-feira, o Vitória viaja até ao Bonfim para mais uma jornada da Taça da Liga e numa partida em que Rui Vitória deverá aproveitar para rodar vários jogadores, até porque já no próximo sábado, os vitorianos recebem o Gil Vicente no estádio do Rei.
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Golos do Vitória em relato


Quatro golos, de quatro portugueses e que foram assim narrados na Rádio Fundação em mais uma goleada do Vitória desta feita frente à Académica. Ricardo Valente, Tomané, André André e Hernâni, os quatro da imagem, deram um triunfo que permitiu ao Vitória somar mais uma grande vitória!

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Sobrou respeito onde faltou atitude competitiva (3-0)



O Vitória não está obrigado a ganhar em terrenos onde raramente os outros, e com outros argumentos, conseguem. Mas está e estará sempre, obrigado a tudo fazer para o conseguir. O jogo no Estádio da Luz e essencialmente a exibição do Vitória foi profundamente desoladora. Acima de tudo porque a equipa não foi capaz de acreditar que era possível conseguir um resultado positivo e porque a falta de agressividade e atitude competitiva foi uma constante.

Claro que o Benfica terá feito a melhor exibição em sua casa esta temporada, mas isso não apaga a imagem frouxa dada pelos vitorianos. Na primeira parte, só se viu algum Vitória nos minutos finais e mesmo na segunda ficou a sensação que nem nas quatro linhas, nem no banco se acreditou que era possível algo mais. 

Aliás, o que custa mais é perder por 3-0 e ficar com a sensação que o Vitória perdeu uma excelente oportunidade para alcançar um resultado positivo. Perante um Benfica que do ponto de vista ofensivo tem soluções de sobra, mas que defensivamente lhe falta qualidade.

Infelizmente, num jogo em que se exigia que todos os jogadores do Vitória estivessem ao seu melhor nível, vários acabaram por "não ir a jogo". A resposta espera-se que seja dada já diante da Académica na próxima jornada.
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Traoré no Basileia



Descobrir um jogador na Austrália, nascido na Costa do Marfim a custo zero e ser capaz de o vender menos de seis meses depois pelos valores já divulgados pela comunicação social (uma verba a rondar os 2 milhões de euros) só pode ser considerado um bom negócio. Desportivamente é verdade que o Vitória perde uma das revelações da temporada mas isso é algo inevitável quando o peso do passado é ainda não significativo nas contas do clube.

Quanto ao Traoré, resta desejar-lhe as maiores felicidades e agradecer-lhe o profissionalismo sempre demonstrado com a camisola do Vitória.
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O pequeno grande Gigante!



Nas "histórias de encantar", quiseram sempre fazer-me acreditar que os gigantes eram grandes. Capazes de ganhar qualquer batalha e de dizimar qualquer adversário. Em Guimarães, também mora um. Mas desenganem-se aqueles que acreditam que todos os gigantes são grandes. Este não é. Mas é como se fosse. Gigante na alma, grande na raça e enorme na atitude competitiva. Já uma vez escrevi que o nome tem razão de ser: André André. Mas talvez até não seja verdade e peque por escasso...

Sim, o Vitória pode gabar-se de na sua história ter tido bons exemplos de capitães. E André André é mais um daqueles a quem a braçadeira assenta quem nem uma luva. Porque o Vitória é isto! Abnegação, espírito combativo, garra! Hoje (voltou) a encher o campo. 

Fernando Santos dizia recentemente que estava atento ao mesmo tempo que perguntava "quem vou tirar?". Não sei, Fernando. Confesso que não me quero colocar nesse papel. Mas se por um lado não sei responder à questão "quem vou tirar?", posso ajudar-te numa outra "o que vou tirar?". Vais tirar as "palas" e certamente vais encontrar um gigante em Guimarães capaz de dar a pele pela selecção de todos nós.

E quanto ao André... bem a ele só lhe podemos dizer, feliz da equipa que tem um jogador e capitão assim! Um exemplo!
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Golos do Vitória em relato


Depois da seca de golos dos últimos 4 jogos, o Vitória voltou em força em 2015! Aqui ficam os relatos dos 4 golos do Vitória aos microfones da Rádio Fundação. Um grande golo de Ricardo Gomes e três golos apontados pelo capitão André André!
 
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Resolvido em 10 minutos! (4-0)



Em apenas dez minutos, o Vitória tornou fácil um jogo que se poderia prever difícil. Primeiro num golo monumental de Ricardo e depois com dois golos de André André, o primeiro dos quais depois de uma grande penalidade cometida sobre Tomané.

Não se poderia pedir melhor a uma equipa que tinha sido incapaz de marcar golos nos últimos três jogos e que hoje em pouco tempo foi capaz de "molhar a sopa" três vezes e ainda guardou mais um golo para a segunda parte, depois de uma excelente movimentação ofensiva dos vitorianos.

O Vitória foi competente na forma como aproveitou as fragilidades defensivas do Nacional e competente na forma como "matou" o encontro quando teve oportunidade para fazer e depois do golo de Ricardo Gomes ter desbloqueado uma partida "amarrada". 

Os vitorianos estão de regresso ao pódio, de forma isolada e no próximo sábado jogam diante do Benfica. A única nota menos positiva prende-se com o amarelo mostrado ao lateral Traoré e que o tira do encontro com os encarnados na próxima jornada.
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Terra chama Vitória! (0-2)



O último jogo do ano mostrou-nos um Vitória perdido no espaço. Com jogadores que por momentos se ausentaram da terra e que se julgaram numa outra constelação. Talvez o Vitória tenha hoje provado do "veneno" com que feriu de morte este mesmo Sporting em Novembro passado, ao acreditar ser possível vencer sem uma atitude competitiva forte.

Durante a primeira parte, faltou a agressividade e a humildade que tantas e tantas vezes já elogiamos esta temporada e sobrou a sobranceria. Alguns jogadores acreditaram ser possível ganhar de cadeirão e menosprezaram a equipa B do Sporting. O resultado está à vista.

Claro que podemos dizer à boca cheia que o resultado terá sido injusto. Talvez o tenha sido mesmo atendendo ao caudal ofensivo do Vitória e porque na segunda parte apenas o Vitória assumiu as despesas de jogo perante um Sporting apenas preocupado com a organização defensiva.

Mas acabou por ser um castigo duro para uma equipa que hoje foi aquilo que não queríamos que tivesse sido. Uma equipa que ambiciona ganhar uma competição não pode ter a falta de agressividade que o Vitória teve na primeira parte. Uma equipa que quer ganhar uma competição não pode deixar de alinhar com o melhor onze, sem poupanças. Uma equipa que quer ganhar uma competição tem de ser tudo o que não foi o Vitória na primeira parte.

Não foi a melhor maneira de terminar o ano. Mas deverá servir de uma vez por todas para alguns jogadores voltarem a descer à terra e voltarem ao nível que já atingiram este ano. Ninguém obriga esta equipa a ser a melhor, mas deve ser obrigação desta deixar em campo a pele, tal como o fez em largos jogos deste campeonato. Afinal de contas, foi isso que nos orgulhou durante tantas semanas e é isso que queremos que continue a acontecer em 2015.



Foto: MaisFutebol
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