Dia 1 de Portugal!


Guimarães, berço de Portugal. Esta quarta-feira comemora-se o dia 1 da construção do nosso país. Muito daquilo que é a identidade de Portugal nasceu aqui. Numa cidade que se orgulha do seu passado e que tem nas suas gentes um dos seus bens mais preciosos. Aqui somos assim, bairristas, genuínos, orgulhoso do que fomos e do que somos. Conquistadores. Vimaranenses. Portugueses.

Esta aguarela da autoria de João Soares exalta a identidade de que tanto nos orgulhamos. Exalta o primeiro rei de Portugal e o primeiro responsável pela construção do país, a partir do seu berço... Guimarães!
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Rui Bragança conquista o Ouro!



Portugal voltou a subir ao lugar mais alto do pódio em Baku nos Jogos Europeus, com a medalha de ouro conquistada por Rui Bragança esta tarde no Taekwondo. O atleta do Vitória voltou a levar bem alto o nome da cidade-berço com mais uma brilhante conquista que o coloca ainda mais próxima da inédita presença nos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro.

Num dia perfeito, Rui Bragança demonstrou estar ao mais alto nível e nem mesmo uma lesão no joelho esquerdo o impediu de vencer o atleta espanhol na final. Este é mais um grande resultado para Rui Bragança e para Guimarães e o Vitória.

Parabéns Rui!
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O novo timoneiro



A responsabilidade é grande. Não só a de treinar pela primeira vez o Vitória na primeira liga e também nas competições europeias mas também a de suceder a um treinador que deixou uma marca tão forte como Rui Vitória.

A opção recaiu sobre um treinador da casa, profundo conhecedor do clube e parte fundamental num projecto que se alicerça nos jogadores da equipa B. A poucos dias do início dos trabalhos, dificilmente a estrutura encontraria um treinador tão conhecedor do plantel, como Armando Evangelista. E mais do que isso, num clube onde o projecto assenta essencialmente no aproveitamento de jovens jogadores e jogadores de escalões secundários, porque não dar uma oportunidade a um treinador que mostrou qualidades ao longo dos últimos dois anos? A um treinador que ajudou no processo de evolução de muitos dos jogadores que são hoje reconhecidamente valores seguros no futebol português?

Haveria opções de menor risco? Provavelmente. Haveria treinadores com maior experiência? Também é verdade. Mas como em tudo na vida, a experiência só se poderá ter, depois das oportunidades dadas. E, pelo trabalho realizado nos dois últimos anos, Armando Evangelista terá feito por merecer esta oportunidade.

Claro que esta opção acarreta riscos. Mas cabe-nos dar também uma oportunidade, tal como muitas vezes reivindicamos aos jovens jogadores e acreditar que um treinador que já foi campeão nacional de juniores pelo Vitória enquanto jogador, que já treinou as camadas jovens, que treinava agora a equipa B, fez por merecer esta oportunidade na lugar mais alto da estrutura técnica.

Ao novo treinador, resta-nos desejar-lhe sorte. A sorte de Armando Evangelista, será também a nossa. E tenho a profunda convicção de que se lhe forem dadas condições, Armando Evangelista pode demonstrar que é capaz de triunfar como é nosso desejo. Triunfar numa cidade que normalmente é "má mãe e boa madrasta" não é fácil, eu sei, mas esta aposta na continuidade, é mais uma demonstração de que o projecto Vitória continuar a fazer sentido, quer na aposta de jogadores, quer na aposta de jovens treinadores. 
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Obrigado Rui!



A gratidão é um dos maiores valores da humanidade. Muitas vezes esquecida no mundo do futebol, contaminado pelo imediatismo, cegado pelas paixões exacerbadas e muito propício a que a memória curta se suplante a toda a outra. Num momento em que o até agora treinador do Vitória abraça um outro projecto, importa que esse sentimento seja diferente. 

O Vitória ganhou muito ao longo dos últimos anos por ter Rui Vitória como treinador. Um treinador que soube, mesmo em condições adversas ajudar a levantar o clube e potenciar os seus jogadores. Um treinador que nunca virou a cara à luta, fez do profissionalismo a sua imagem de marca e deu-nos o nosso maior troféu. 

Rui Vitória ganhou também muito em ser treinador do Vitória. Em poder abraçar um clube de uma outra dimensão, em encontrar na cidade-berço um projecto que lhe permitiu fazer aquilo em que é hoje tão elogiado, a aposta nos jovens jogadores. Em Guimarães, teve a felicidade de ganhar o seu primeiro grande troféu, ajudado por uma massa associativa ímpar.

Rui Vitória ficará para sempre na história do clube, como um dos melhores treinadores que por cá passou. Assim como sei que o Vitória ficará para sempre marcado na sua carreira, como um dos projectos mais importantes na sua evolução.

No momento da saída, resta-nos agradecer tudo o que o Rui Vitória deu ao Vitória. Agradecer o profissionalismo com que serviu este clube e a dedicação que sempre demonstrou. Ao mesmo tempo que lhe desejamos sorte neste nosso projecto. Não sei se Rui Vitória vingará ou não no seu novo clube, mas tenho pelo menos a forte convicção que merece triunfar. 

Mesmo do outro lado, será sempre "um dos nossos" (ele e todos os outros que o acompanharam). E esse é o maior elogio que lhe poderemos dirigir. Boa sorte Rui (menos contra o Vitória, claro) e acima de tudo, obrigado. O Vitória e os vitorianos estão-te gratos, assim como tenho a certeza que estarás grato ao Vitória e a todos nós.
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Fechar da melhor maneira (2-4)



Caiu o pano sobre a primeira liga e com um triunfo justíssimo perante a Académica. Num encontro em que, de parte a parte, as preocupações defensivas não foram muitas, o Vitória voltou a ganhar fora de portas (já não o conseguia desde Arouca) e logo com quatro golos (oito marcados esta temporada aos "estudantes").

Uma exibição com momentos bem positivos do pontos de vista ofensivo e com Otávio a realizar a sua melhor partida com a camisola vitoriana. Aliás, terá ficado evidente que se Sami, ou Otávio, dois dos jogadores que o Vitória recrutou no mercado de Inverno, tivessem chegado com os actuais índices físicos e rotinas de jogo e provavelmente o seu "impacto" na equipa teria sido bem superior. Porque, qualidade... não lhes falta. Aliás, o brasileiro esteve hoje a um nível muito alto, dinamitando por completo a muralha defensiva dos de Coimbra e dando seguimento às boas indicações dadas frente ao Benfica.

De resto, foi mais um jogo em que Ricardo Valente teve oportunidade de fazer o gosto ao pé. Dois golos que o colocam como o segundo melhor marcador da equipa (apenas atrás de André) com 8 golos, praticamente os mesmos que havia marcado na primeira metade da época ao serviço do Leixões (9).

Um triunfo que permite terminar a temporada com um sorriso. Um sorriso rasgado pelo triunfo e pela boa época protagonizada pelo Vitória, que assegurou assim o 5º lugar do campeonato e o regresso às competições europeias. Ainda assim, é inegável o "amargo de boca", quando se olha para a classificação e se percebe que os vitorianos terminam a apenas 3 pontos de quem tanto investiu esta temporada e com menos uma derrota do que o quatro classificado.

Fica, contudo, mais uma prova de que com pouco, às vezes se faz muito. É verdade que este jogo pode ter marcado também a despedida de alguns dos jogadores do Vitória, mas é inegável que da equipa B, outros estarão agora prontos e dispostos a agarrar uma oportunidade. Porque o caminho, continua a ser esse.

Parabéns a todos os jogadores, equipa técnica e dirigentes por esta temporada. Mas parabéns, acima de tudo, aos adeptos que continuam a ser a verdadeira força motriz deste clube. 





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Golos do Vitória em relato


Como habitualmente, aqui ficam os relatos dos golos do Vitória aos microfones da Rádio Fundação. Quatro golos frente à Académica, apontados por Ricardo Valente, Otávio e Tomané. Golos que fecharam uma temporada, com o Vitória a conquistar o 5º lugar da classificação.

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Obrigado capitão!



Falta ainda uma jornada e também por isso haverá tempo para balanços ainda para mais quando ainda há objectivos em jogo. Mas é impossível não falar das lágrimas de André André no final do desafio, ele que hoje porventura terá feito mesmo o último jogo com a camisola do Vitória.

Despediu-se do Afonso Henriques, com as lágrimas de quem reconhece tudo o que o Vitória lhe deu, da mesma forma que todos reconheceremos tudo o que André nos deu. Se há jogador que cedo percebeu o que é vestir a nossa camisola, esse alguém é André. A camisola vitoriana foi sempre a sua segunda pele e em campo foi um de nós. Sempre.

É esta a fibra dos jogadores que marcam a nossa história. E André André fará para sempre parte dela. E num momento que foi, muito provavelmente, de despedida, resta-nos desejar que o futuro lhe sorria, porque sempre o fez por merecer. 

E hoje, em uníssono, dizer: Obrigado capitão! Obrigado por tudo! Boa sorte!

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Empate no jogo, triunfo da identidade nas bancadas (0-0)



Em campo, um empate, sem golos. Com uma exibição plena de alma, aliás foi esse o mote de uma excelente temporada da qual ainda há um jogo para vencer. Mesmo com menos soluções, mesmo com alguns titulares de fora, a equipa foi gigante. Na atitude. 

No castelo voltou a não passar um dos candidatos ao título e, hoje mesmo coroado campeão nacional. Mas o que fica de mais especial foi o triunfo da identidade. Hoje, para quem tem dificuldades de entender, por este país fora, o que é o Vitória, ficou mais uma explicação. Sobre o que é afinal este sentimento vitoriano. Esta paixão que transborda a cada jogo e que faz desta uma cidade tão especial. 

O Vitória é exactamente isto que se viu. Um clube diferente. Numa cidade também ela diferente, onde apenas se respira Vitória. Onde só há lugar para um manto... o "manto branco". E em que estes jogos são fundamentais para a reafirmação do Vitória e para a manutenção de uma identidade muito própria.

Com este empate, o Vitória mantém em aberto a decisão do 4º lugar do campeonato, até ao último suspiro. Numa luta desigual perante um clube que gasta milhões, mas em mais uma prova de superação de um Vitória que fez uma excelente temporada e que hoje, voltou a apresentar vários jogadores portugueses, vários atletas da formação, mostrando de forma evidente que o caminho é, e continuará a ser este.

Pode ver toda a fotoreportagem do encontro e também da festa antes e depois do desafio no facebook do VIMARANES em http://ovimaranes.blogspot.pt/.
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Estamos na final!



Duplo triunfo no fim-de-semana em Barcelos e o Vitória já está na final! Em mais uma grande temporada da equipa de Fernando Sá, o Vitória garante já um lugar na grande decisão da Liga de Basquetebol, depois de ter vencido o Barcelos por 3-1 nas meias-finais. 

O Vitória fica agora a aguardar o seu adversário, uma vez que o Benfica foi derrotado pelo Ovarense e por isso as meias-finais estão empatadas (2-2).

Parabéns Vitória!
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Sabor amargo (2-2)



O empate não serviu a nenhuma das equipas. Ainda assim, objectivamente, permite ao Vitória garantir matematicamente pelo menos o 5º lugar do campeonato mas impede, no entanto, que os vitorianos se aproximem como poderia do 4º posto.

Num jogo onde as duas equipas mostraram como não se deve defender, o Vitória entrou mal, apático, e viu Marco Matias marcar logo no minuto inaugural. Ainda assim, ainda na primeira parte, duas assistências de Sami, a segunda das quais depois de um excelente trabalho sobre Marçal, permitiram ao Vitória operar a reviravolta no marcador com golos de Ricardo Valente e Bernard.

Pedia-se, a partir dessa altura, que o Vitória fosse uma equipa mais consistente defensivamente e que aproveitasse o adiantamento do Nacional para desferir o golpe fatal. Mas nada disso sucedeu. Na segunda parte, a equipa recuou em demasia, e a saída de Bernard sem que entrasse para o miolo ninguém capaz de segurar a bola, deixou o Vitória curto no terreno e à mercê do Nacional. 

A saída do ganês e o adiantamento de André, que já noutros jogos não havia resultado, voltou a ter igual desfecho. O Vitória encolheu-se e, atrás, cometeu mais um erro defensivo grave que resultou em mais um golo do Nacional. De novo, Marco Matias, o ex-Vitória a marcar e a restabelecer a igualdades.

Só nos descontos, o Vitória de forma sôfrega pareceu ser capaz de um assalto à baliza de Gottardi mas já não foi a tempo. O empate tem sabor amargo, porque não permite ao Vitória encostar-se ao seu rival. Ainda assim, com seis pontos para jogar, é ainda possível encurtar as distâncias, se o Vitória for capaz de ser feliz nos próximos dois encontros.

Domingo, há mais. Pelas 18 horas, diante do Benfica, num encontro em que a equipa vitoriana não poderá contar com Bernard e Cafú que viram amarelo na Choupana.


Foto: Maisfutebol
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