"Bendita a sorte de ser do Vitória" (vídeo)


Presidente, dirigente, adepto. Sócio número 1. Faleceu hoje Egídio Pinheiro. Mas ficará para sempre o exemplo de um dos maiores. Este foi um poema lido em 2011 para a Rádio Fundação. "Bendita sorte de ser do Vitória!". 

A toda a família vitoriana, e particularmente a toda a família do Sr. Egídio Pinheiro, o VIMARANES endereça as mais sentidas condolências. Até sempre!

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Resultado negativo, mas sinais positivos a confirmar (3-0)



Nem mais, nem menos do que noutras alturas. No Dragão, o Vitória voltou a não conseguir um resultado positivo e passarão pelo menos 20 anos, da última vez que os vitorianos foram capazes de vencer na condição de visitante diante do Porto.

Desta vez o Vitória não esteve diferente do que noutras temporadas. Excessivamente macio e com erros graves que desmontaram por completo a estratégia. Por mais que às vezes pareça, face a alguns comentários, que o Vitória está habituado a vencer no reduto do Porto, a verdade é que não está. Tal como na época passada, a equipa voltou a sentir grandes dificuldades em se soltar das amarras, perante um adversário incomparavelmente melhor e um estádio cheio.

Ainda assim, e talvez seja o mais importante a reter, a equipa deixou uma imagem diferente comparativamente com o desastre na pré-eliminatória da Liga Europa e, a espaços, principalmente no início da segunda parte, procurou mostrar personalidade, pressionando alto e criando problemas ao Porto. Contudo, e isso é algo que necessariamente o Vitória vai ter de melhorar, diante de grandes equipas, os erros pagam-se caros. E quando a equipa parece estar melhor no jogo, não pode permitir que uma desconcentração tudo deite a perder.

Para além disso, é evidente que há nesta equipa jogadores ainda longe da sua real valia e que outrora fizeram a diferença. Outros sectores há, em que provavelmente precisará de afinações para definitivamente se afirmar esta temporada.

No entanto, os sinais positivos deixados em alguns momentos no estádio do Dragão, devem pelo menos servir de tónico de confiança para os próximos encontros, nomeadamente o jogo com o Belenenses já no próximo domingo. 

Um jogo explosivo é verdade, mas onde os adeptos não poderão ser o primeiro aliado do adversário. A época está agora a começar e, por isso, será importante que todos durante os 90 minutos estejam ao lado da equipa para lhe dar o conforto necessário para conquistar a primeira vitória da época.
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Pesadelo (1-4)



Um verdadeiro pesadelo. Em Guimarães, diante de uma frágil equipa do Altach, o Vitória não só não conseguiu anular a desvantagem trazida da primeira mão, como ainda foi copiosamente derrotado no seu estádio, sofrendo 4 golos, como só havia registo diante das principais equipas europeias.

Numa eliminatória que define bem a Lei de Murphy, tudo saiu ao contrário do pretendido e o Vitória saiu vergado a uma derrota que só pode fazer a equipa corar de vergonha. Uma equipa totalmente desconcentrada e desorganizada e que no capítulo defensivo cometeu erros primários que colocaram em causa um objectivo de uma temporada. 

A contestação no final da partida dos cerca de 20 mil adeptos do Vitória espelha bem a desilusão, depois do Vitória ter ficado pelo caminho aos pés de uma modesta equipa austríaca e com um 2-6 no conjunto das duas mãos...
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Tozé evitou depressão (2-1)



Não foi a melhor estreia, ainda que o golo de Tozé tudo tenha deixado em aberto. Na Áustria, o Vitória mostrou os defeitos habituais de uma pré-temporada e de um primeiro jogo oficial. Claro que muitos esperariam melhor, mas nesta fase é sempre de esperar que a equipa esteja longe de carburar o necessário.

Desculpa? Não, pelo contrário. O Vitória esteve aquém do exigível e um razoável Vitória teria mais do que condições de encaminhar uma eliminatória que acabou por complicar. Ainda assim, ficou evidente que este Vitória é melhor. Terá é, com toda a certeza, de o provar em campo na próxima quinta-feira para resolver a eliminatória.

O Altach não sendo uma grande equipa, é uma formação combativa, cujo futebol essencialmente físico, obrigará o Vitória a puxar dos galões no D. Afonso Henriques. E aí, com a ajuda de todos os vitorianos creio que será possível o Vitória contornar este obstáculo como é, aliás, a sua obrigação.


Foto: MaisFutebol
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Derrota mas boa imagem (1-3)



O Vitória foi derrotado na apresentação do Fenerbahce aos seus associados por 3-1 mas ainda assim acabou por deixar uma imagem positiva em Istambul. Perante uma equipa que apresenta argumentos completamente diferentes, os vitorianos até começaram o jogo com bons pormenores e confiantes no terreno de jogo. Contudo, os erros defensivos e também alguma falta de agressividade na recuperação da bola, levaram a que os turcos chegassem ao golo e dificultassem mais a exibição do Vitória. Primeiro numa falha de marcação da defensiva do Vitória e depois numa grande penalidade cometida por Arrondel.

Também do ponto de vista atacante faltou profundidade e voltou também a ficar evidente que o plantel necessita de um homem-golo que dê outro tipo de soluções ao treinador Armando Evangelista. Relativamente a reforços, apenas Santiago Montoya teve oportunidade de começar como titular, tendo deixado boas indicações. A sua capacidade técnica é a sua principal arma, mas terá naturalmente de ganhar intensidade de jogo, para se adaptar ao futebol europeu.

Notas positivas para dois jogadores. Douglas e Bernard foram os melhores do Vitória na Turquia. O primeiro pela forma como durante a primeira parte evitou que o Fenerbahce aumentasse o "score" e o segundo porque foi o único capaz de "esticar" o jogo e desequilibrar perante uma equipa que foi sempre muita dura na forma como jogou.

De resto, é evidente que há ainda muito para evoluir e para crescer e é precisamente para isso que servem estes jogos. E, encontrar um clube com o poderio dos turcos também serve para colocar a nu as fragilidades da equipa e levar às correcções necessárias. Para além disso, é evidente que os jogadores que ficaram em Guimarães, como Bruno Gaspar, Josué, Otávio, Licá e Tozé, darão outra qualidade à equipa vitoriana para os jogos oficiais.
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O novo manto!


O novo equipamento do Vitória foi este Sábado apresentado pouco tempo antes do Vitória o estrear também oficialmente no embate com o Fenerbahce. O equipamento principal é todo branco, apresentando uma lista negra lateral. Para além disso, apresenta na parte de trás da camisola um pormenor com a cruz azul da bandeira da fundação e a frase "Aqui Nasceu Portugal". O patrocinador oficial do clube foi também apresentado no encontro desta noite e continuará a ser o Banco BIC, sendo que desta feita o nome do patrocinador na camisola está inscrito a preto e vermelho. Os equipamentos serão, esta segunda-feira apresentados na VitóriaStore. E, para além do equipamento principal, será também apresentado aos associados o alternativo.



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Dia 1 de Portugal!


Guimarães, berço de Portugal. Esta quarta-feira comemora-se o dia 1 da construção do nosso país. Muito daquilo que é a identidade de Portugal nasceu aqui. Numa cidade que se orgulha do seu passado e que tem nas suas gentes um dos seus bens mais preciosos. Aqui somos assim, bairristas, genuínos, orgulhoso do que fomos e do que somos. Conquistadores. Vimaranenses. Portugueses.

Esta aguarela da autoria de João Soares exalta a identidade de que tanto nos orgulhamos. Exalta o primeiro rei de Portugal e o primeiro responsável pela construção do país, a partir do seu berço... Guimarães!
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Rui Bragança conquista o Ouro!



Portugal voltou a subir ao lugar mais alto do pódio em Baku nos Jogos Europeus, com a medalha de ouro conquistada por Rui Bragança esta tarde no Taekwondo. O atleta do Vitória voltou a levar bem alto o nome da cidade-berço com mais uma brilhante conquista que o coloca ainda mais próxima da inédita presença nos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro.

Num dia perfeito, Rui Bragança demonstrou estar ao mais alto nível e nem mesmo uma lesão no joelho esquerdo o impediu de vencer o atleta espanhol na final. Este é mais um grande resultado para Rui Bragança e para Guimarães e o Vitória.

Parabéns Rui!
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O novo timoneiro



A responsabilidade é grande. Não só a de treinar pela primeira vez o Vitória na primeira liga e também nas competições europeias mas também a de suceder a um treinador que deixou uma marca tão forte como Rui Vitória.

A opção recaiu sobre um treinador da casa, profundo conhecedor do clube e parte fundamental num projecto que se alicerça nos jogadores da equipa B. A poucos dias do início dos trabalhos, dificilmente a estrutura encontraria um treinador tão conhecedor do plantel, como Armando Evangelista. E mais do que isso, num clube onde o projecto assenta essencialmente no aproveitamento de jovens jogadores e jogadores de escalões secundários, porque não dar uma oportunidade a um treinador que mostrou qualidades ao longo dos últimos dois anos? A um treinador que ajudou no processo de evolução de muitos dos jogadores que são hoje reconhecidamente valores seguros no futebol português?

Haveria opções de menor risco? Provavelmente. Haveria treinadores com maior experiência? Também é verdade. Mas como em tudo na vida, a experiência só se poderá ter, depois das oportunidades dadas. E, pelo trabalho realizado nos dois últimos anos, Armando Evangelista terá feito por merecer esta oportunidade.

Claro que esta opção acarreta riscos. Mas cabe-nos dar também uma oportunidade, tal como muitas vezes reivindicamos aos jovens jogadores e acreditar que um treinador que já foi campeão nacional de juniores pelo Vitória enquanto jogador, que já treinou as camadas jovens, que treinava agora a equipa B, fez por merecer esta oportunidade na lugar mais alto da estrutura técnica.

Ao novo treinador, resta-nos desejar-lhe sorte. A sorte de Armando Evangelista, será também a nossa. E tenho a profunda convicção de que se lhe forem dadas condições, Armando Evangelista pode demonstrar que é capaz de triunfar como é nosso desejo. Triunfar numa cidade que normalmente é "má mãe e boa madrasta" não é fácil, eu sei, mas esta aposta na continuidade, é mais uma demonstração de que o projecto Vitória continuar a fazer sentido, quer na aposta de jogadores, quer na aposta de jovens treinadores. 
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Obrigado Rui!



A gratidão é um dos maiores valores da humanidade. Muitas vezes esquecida no mundo do futebol, contaminado pelo imediatismo, cegado pelas paixões exacerbadas e muito propício a que a memória curta se suplante a toda a outra. Num momento em que o até agora treinador do Vitória abraça um outro projecto, importa que esse sentimento seja diferente. 

O Vitória ganhou muito ao longo dos últimos anos por ter Rui Vitória como treinador. Um treinador que soube, mesmo em condições adversas ajudar a levantar o clube e potenciar os seus jogadores. Um treinador que nunca virou a cara à luta, fez do profissionalismo a sua imagem de marca e deu-nos o nosso maior troféu. 

Rui Vitória ganhou também muito em ser treinador do Vitória. Em poder abraçar um clube de uma outra dimensão, em encontrar na cidade-berço um projecto que lhe permitiu fazer aquilo em que é hoje tão elogiado, a aposta nos jovens jogadores. Em Guimarães, teve a felicidade de ganhar o seu primeiro grande troféu, ajudado por uma massa associativa ímpar.

Rui Vitória ficará para sempre na história do clube, como um dos melhores treinadores que por cá passou. Assim como sei que o Vitória ficará para sempre marcado na sua carreira, como um dos projectos mais importantes na sua evolução.

No momento da saída, resta-nos agradecer tudo o que o Rui Vitória deu ao Vitória. Agradecer o profissionalismo com que serviu este clube e a dedicação que sempre demonstrou. Ao mesmo tempo que lhe desejamos sorte neste nosso projecto. Não sei se Rui Vitória vingará ou não no seu novo clube, mas tenho pelo menos a forte convicção que merece triunfar. 

Mesmo do outro lado, será sempre "um dos nossos" (ele e todos os outros que o acompanharam). E esse é o maior elogio que lhe poderemos dirigir. Boa sorte Rui (menos contra o Vitória, claro) e acima de tudo, obrigado. O Vitória e os vitorianos estão-te gratos, assim como tenho a certeza que estarás grato ao Vitória e a todos nós.
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