Golo do Vitória em relato



Como habitualmente, aqui fica o relato do golo do Vitória na Rádio Fundação. Um golo do central João Afonso e que valeu três importantes pontos para os "conquistadores".

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Braga é o adversário na 4ª eliminatória



O sorteio desta manhã na sede da Federação Portuguesa de Futebol, colocou o Braga no caminho do Vitória na 4ª eliminatória da Taça de Portugal. Depois de ultrapassado o Moura, os vitorianos terão agora de eliminar o Braga, no Estádio D. Afonso Henriques para continuarem a perseguir o sonho de chegarem à final no Estádio do Jamor. O jogo está inicialmente marcado para dia 23 de Novembro.
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Escasso para tanta qualidade (0-1)



O golo de João Afonso deu cor a uma exibição que merecia um resultado bem mais volumoso. O Vitória terá feito a melhor primeira da temporada, anulando por completo o Vitória sadino. Às palavras deselegantes de Domingos, o Vitória respondeu dentro de campo com uma exibição de encher o olho.

Uma defesa sólida com um quarteto em excelente nível, um miolo equilibrado por Bouba e André e guiado por Bernard e um ataque endiabrado com Hernâni a fazer "gato sapato" dos adversários, foi a combinação perfeita para os vitorianos alcançarem mais três pontos que mantêm a equipa no 3º lugar do campeonato.

Para além da consistência evidenciada, o destaque vai mesmo para a qualidade do futebol apresentado e para o qual o Vitória de Setúbal nunca foi capaz de encontrar antídoto. Também por isso, o resultado peca por escasso, tão significativa que foi a superioridade minhota. Registe-se ainda, e porque tanto se falou em mergulhos, para a grande penalidade que ficou por assinalar a favorecer o Vitória, por falta sobre Hernâni.

Uma última nota para um espectador especial nas bancadas. Paulo Oliveira. O central do Sporting (que marcou nesta jornada) esteve presente no Sado para apoiar a sua anterior equipa e para abraçar os seus ex-companheiros. Um exemplo de humildade, de um jogador que não é apenas grande dentro do terreno de jogo. Ao Paulo, estou certo, e tirando os jogos com o Vitória, todos lhe desejamos o melhor, até porque é daqueles que merece inteiramente o sucesso. E por falar em Paulo Oliveira, Sábado há mais uma batalha para os conquistadores, precisamente diante do Sporting! 
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E aí está o 3º consecutivo! (3-2)



Até há bem pouco tempo parecia que o D. Afonso Henriques era um palco difícil para a equipa B vitoriana. A verdade é que, aproveitando e bem os três jogos consecutivos em casa, os vitorianos somaram outros tantos triunfos, sendo que este domingo derrotaram a Olhanense por 3-2 com golos de Lima Pereira, Nuno Diogo (p.b.) e Areias. 

Se é verdade que o Vitória tem sido quase sempre obrigado a correr atrás do resultado, o que é certo é que a equipa tem mostrado alma para reagir perante as adversidades e somar pontos num campeonato tão longo. 

Nesta altura, o Vitória B ocupa o tranquilo 7º lugar do campeonato, sendo que no próximo domingo se desloca à Vila das Aves para defrontar a equipa local e que neste momento ocupa apenas o 21º lugar da liga. Veremos se o Vitória B conseguirá manter o bom momento e prosseguir este excelente início de campeonato.
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Obrigação cumprida (2-0)


A tranquilidade de Moura ficou suspensa por algumas horas. Afinal de contas, um dos maiores clubes do futebol português visitava o Alentejo e ninguém ousaria ficar indiferente. A tarefa não era propriamente das mais fáceis mas a festa da Taça de Portugal vale por isto também. Pela descentralização do futebol e pela festa para os clubes menores.




Os outros (o Vitória neste caso), se querem chegar longe, cabe-lhes em campo suar e correr mais do que o adversário e tentar provar que se na teoria são melhores, na prática têm também de o deixar bem evidente.

O Vitória foi tudo isso em Moura. Uma equipa competente que soube contornar os obstáculos colocados pelos alentejanos (e foram muitos) e vencer de forma inteiramente justa, com um auto-golo e uma grande penalidade convertida por André. 

O caminho que se espera longo na Taça de Portugal, começou ontem e espera-se que termine apenas no Jamor. Ainda há muitas batalhas para vencer, claro, mas o sonho comanda a vida! Sexta-feira, por exemplo, há mais um jogo para jogar e ganhar, em Setúbal.
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Vitória B soma segundo triunfo consecutivo (3-2)



Segundo triunfo consecutivo, e em casa, onde o Vitória B vinha apresentando algumas dificuldades para vencer. Diante do Portimonense, os vitorianos venceram por 3-2 com boas exibições de dois jogadores que continuam a "piscar o olho" a Rui Vitória, Barrientos e Crivellaro.

Os golos apontados por Areias, Crivellaro e Telmo Castanheira (este último mesmo ao cair do pano) valeram mais um importante resultado para o Vitória B que agora ocupa o 10º lugar do campeonato.

Pode ver toda a reportagem fotográfica deste encontro no facebook do VIMARANES.
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Primeiro triunfo no D. Afonso Henriques (2-1)



O Vitória B garantiu este domingo o primeiro triunfo no estádio D. Afonso Henriques. Perante o Covilhã, os vitorianos acertaram o calendário e aproveitaram para dar um salto na tabela até ao 15º lugar. 

Dois golos de Ricardo, o segundo dos quais a carimbar uma grande jogada do extremo cabo-verdiano, deram ao Vitória B três importantíssimos pontos perante mais de dois mil espectadores.

Num jogo difícil para o Vitória B, atendendo à boa réplica dos serranos, o Vitória B reagiu bem ao golo sofrido "a frio" logo no início da partida e, com um golo em cada parte, operou a reviravolta no marcador. Apesar do bom jogo protagonizado pelos visitantes, a verdade é que foi o Vitória B a ter mais ocasiões de golo. Para além dos dois golos apontados, registe-se ainda um remate ao poste de Areias e uma bola na trave por parte de Crivellaro, num lance de génio.

Na equipa desta tarde, Armando Evangelista utilizou Crivellaro e Gui como titulares, numa partida em que Barrientos, saído do banco, voltou a ter uma oportunidade.

No próximo fim-de-semana, o Vitória B recebe o Portimonense, no sábado pelas 16 horas.


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1, 2, 3. Diga lá outra vez! (3-0)



Talvez a numerologia explique, ou então não. A verdade é que o Vitória só parece saber ganhar por três e voltou a fazê-lo hoje, três jogos depois da última vez e depois de três sem conseguir o sabor dos triunfos. Em contrapartida, o Boavista voltou a perder, três jogos depois. 

Contudo, quem mais brilhou foi mesmo o dez, Jonatan Alvez. Mais dois golos a provarem a qualidade do uruguaio e que permitiram atirar o xadrez ao tapete. Mas para chegar até aí, o Vitória teve de voltar a ser igual a si próprio. Com atitude e com garra, não dando uma bola por perdida e sem tiques de deslumbramento.

Fê-lo também com alterações no onze promovidas por Rui Vitória e que surtiram efeito. Bouba Saré foi o equilíbrio da equipa, com um sentido posicional acima da média e Bruno Gaspar, mesmo que sem grande oposição, fez uma exibição interessante. Quanto a Alvez... bem o uruguaio não engana e se no primeiro golo agradeceu o grande trabalho de Tomané, no segundo inventou e finalizou a jogada. Pelo meio, houve ainda tempo para André se reconciliar (e reconciliar o Vitória) com as grandes penalidades. 

Triunfo justo e claro de um Vitória que ganhou com naturalidade, mas também com esperada dificuldade até conseguir marcar o primeiro golo. Lamenta-se apenas o discurso de Petit no final do jogo. Ter o Boavista a falar de arbitragem já é de si uma falta de vergonha de todo o tamanho, mas fazê-lo depois de um jogo em que apenas o Vitória se pode queixar, então ainda mais. Agradeça Petit o facto do seu central não ter sido expulso na agressão a Tomané (em que vê apenas o cartão amarelo) e agradeça ainda o facto de Artur Soares Dias precisar de ver duas grandes penalidades para assinalar uma.

A única nota negativa de um encontro que voltou a contar com mais de 13 mil espectadores, foi mesmo a lesão de Douglas, esperando-se que a mesma não impeça o guarda-redes de ser opção nos próximos jogos.

O campeonato só regressa agora para o Vitória no dia 24 em Setúbal, mas antes disso há ainda uma deslocação a Moura para a 3ª eliminatória da Taça de Portugal no próximo dia 19 de Outubro.
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Golos do Vitória em relato


Mais três golos e mais três pontos. Aqui ficam os relatos dos golos do Vitória esta noite aos microfones da Rádio Fundação. Dois golos de Jonatan Alvez e um de André André.
 
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Demasiado mau para ser verdade (4-0)



Somos de extremos. A paixão leva-nos a isso, claro. Mas nem somos tão bons como chegou a parecer no início do campeonato, nem somos tão maus como o resultado de hoje, e mais do que isso, a qualidade do jogo pode fazer parecer.

Contudo, e se elogiamos sem limites quando a equipa merece, também é justo que reconheçamos que a exibição de hoje foi inaceitável. Durante a primeira parte, o Vitória não esteve em campo. Estiveram sim, presentes, um conjunto de jogadores que evidenciou total passividade e falta de atitude que não se pode tolerar num duelo diante de um adversário directo. Sem agressividade, com total desacerto defensivo e onde só Douglas foi salvando a tarde, como pôde. E a prova de que há dias em que mais vale nem sair de casa, é que hoje o Vitória sofreu mais golos do que nas primeiras 5 jornadas e nem de grande penalidade conseguiu marcar...

O Vitória foi uma sombra de si mesmo. O que não apaga claro, o que de muito bom foi feito no início desta época, mas deve servir de alerta para o que aí vem. As primeiras partes com Paços de Ferreira e Marítimo, devem servir de aviso à navegação que, face às limitações e juventude deste plantel, o Vitória terá de voltar a ter a garra de conquistador que tanto nos orgulhou nas primeiras quatro jornadas e que fazem com que esta equipa esconda as suas lacunas.

Seja como for, e apesar da dimensão da derrota, com números humilhantes até pela forma como decorreu a partida, a equipa saberá certamente reagir já na próxima sexta-feira. Terá mesmo de o fazer. Para mostrar que hoje foi um acidente de percurso e que o verdadeiro vitoriano foi o que muito elogiámos lá atrás. Que o jogo de hoje, tenha servido de lição.
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Contas aprovadas - o que mudou?



Numa assembleia-geral pouco concorrida, o relatório e contas foi aprovado por larguíssima maioria, em mais uma reunião magna onde a direcção vitoriana apresentou nova redução do passivo do clube. E sobre esta assembleia-geral creio que as notas a retirar são poucas. Esteve aliás bem o presidente do Vitória quando comparou a realidade que encontrou há 2/3 anos e a necessidade do Vitória, em plena "feira afonsina" daquela altura de vender "sandes de leitão" para fazer face aos problemas de tesouraria, e a realidade com que hoje nos deparamos com uma redução tão acentuada do passivo do clube nos últimos anos.

E, discordando-se num ou noutro ponto da actual direcção a verdade é que é importante percebermos de onde viemos e onde chegamos hoje. Há sensivelmente 3 anos, vivíamos um  dos momentos mais negros da nossa história, em que sob a liderança de Emílio Macedo da Silva caminhávamos apressadamente para o abismo, com inúmeros alertas, que muitos fizeram questão de fingir não ouvir

Hoje temos também a obrigação moral de reconhecer o trabalho e a dedicação de quem nos tirou e continua a tentar tirar do buraco para onde nos lançaram, sem que nada tivéssemos feito para o impedir. Reduzir o passivo do clube em cerca de 40%, inverter por completo o rumo do despesismo, apostar de forma declarada e arriscada naquilo que é no fundo a nossa maior virtude, a nossa formação, não pode merecer apenas um braço no ar, sem que reconheçamos que aquilo que está a ser feito é um verdadeiro “milagre”, mas não operado com base na fé mas antes no excelente trabalho da actual equipa directiva. 

Os obstáculos estão longe de terem desaparecido, mas é justo reconhecer que se hoje aqui estamos a festejar os 92 anos da nossa história com o clube num bom momento desportivo e mais do que isso, com o clube a apresentar um caminho de êxito total do ponto de vista financeiro, há 3 anos estivemos tão perto de permitir que o desvario e a incompetência pusessem termo à nossa verdadeira paixão. 

Não sei se quem cometeu tais atropelos chegará um dia a ser responsabilizado, mas sei pelo menos que não será esquecido, da mesma forma que o trabalho da actual direcção neste mandato não o deverá ser, mesmo que hoje tenham sido poucos aqueles que testemunharam, no pavilhão do Vitória, mais um exercício financeiro que nos tenta colocar no trilho correcto. 

Esta tarde foi aliás realizada a última assembleia-geral ordinária do mandato da actual direcção. E, também por isso e enquanto associado, gostaria de deixar aqui sublinhado o meu reconhecimento ao seu trabalho. Assumindo, sem rodeios que, se em dado momento franzi o sobrolho e coloquei algumas reservas quanto à sua capacidade de reerguerem o nosso clube, hoje aqui estou para reconhecer o seu mérito e a sua competência. Que continuem a merecer estes elogios no futuro, por todos nós, que amamos este clube.
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