Numa altura em que o clube parece entregue a "patetas", teve de ser o Rato Mickey a desanuviar o ambiente. E que orgulhoso deve ter ficado Ub Iwerks (onde quer que esteja) da sua criação. Hoje, o Rato Mickey (leia-se Nuno Assis) assumiu papel preponderante num excelente triunfo do Vitória por terras do Sado ao ser o autor de três golos. Num jogo que até terá sido mais transpirado do que inspirado, a verdade é que foram alguns momentos de inspiração de jogadores como Assis, Fajardo e Marquinho que resolveram o desfecho.
E quem diria que um jogo entre duas equipas com notórias incapacidades de finalização, acabaria com 6 golos? De facto, o futebol tem destas coisas e esta noite, no duelo de Vitórias, o de Guimarães regressa ao Berço com três preciosos pontos, ao mesmo tempo que afunda ainda mais os de Setúbal.
Mas falemos do jogo. Cajuda não fala, mas inova. Mesmo que, por vezes, essas inovações sejam difíceis de compreender. Para esta partida, o técnico vitoriano prescindiu de um lateral esquerdo de raiz (Luciano) e entregou o lado canhoto a Andrezinho, promovendo a entrada de Lionn para a direita. Flávio, tal como se previa, também regressou à titularidade no miolo. Contudo, se quanto a esta última alteração poucas dúvidas haverá de que a equipa saiu a ganhar, quanto à primeira creio que o Vitória nada ganhou. Perdeu capacidade defensiva à direita e capacidade ofensiva à esquerda.
Relativamente ao jogo "jogado", o maior elogio que se pode fazer ao desafio é que chegou a ser "frenético", mesmo que nem sempre bem jogado. Ora marcas tu, ora marco eu, numa dança muito facilitada por erros defensivos primários, a que nomeadamente o nosso Vitória continua a não conseguir ficar imune.
Ainda assim, a equipa vitoriana teve hoje, aquilo que muitos desconfiavam que pudesse ter, capacidade de reacção à desvantagem, mesmo com extremos ou médios disfarçados de pontas-de-lança e isso talvez tenha sido um dos sinais mais positivos da partida. Mas não só. Outrora tão criticados, a tripla Assis, Fajardo e Marquinho deu hoje muito boa conta de si. Assis, fez três golos, Fajardo assistiu 3 vezes para golo (ainda que um delas não tenha dado em golo) e Marquinho fez uma assistência e marcou um golo. O tridente improvável foi hoje o principal responsável por uma vitória confortável, saborosa mas difícil. Num encontro onde, e a exemplo de Vila do Conde, as duas equipas jogaram com os olhos na baliza mas não foram capazes de esconder graves problemas atrás.
A saída de Fajardo terá sido precipitada, até porque Carlitos pouco ou nada acrescentou e a entrada de Custódio para a saída de Marquinho, ainda que se perceba a ideia de Cajuda, foi o habitual convite ao ataque adversário e que quase dava para o "torto". Contudo, ainda deu para mostrar a Wénio (sentado no banco) que há "trincos" com capacidade de passe, ou não tivesse sido de Custódio a assistência para o quarto golo vitoriano.
Em suma, um triunfo justíssimo do Vitória, numa terra que tem sido talismã nos últimos anos para o campeonato e, curiosamente, com números idênticos à última vitória fora de casa, em Vila do Conde. Dois triunfos por 2-4, um a abrir e o outro a fechar o mês de Janeiro mas onde os quatro golos marcados não podem fazer esquecer os dois sofridos. Porém, por agora, festejemos este belíssimo resultado que se espere possa catapultar o Vitória para uma segunda volta bem mais positiva.
Uma palavra final, e porque ultimamente se fala muito neles, para a arbitragem de João Capela. Excelente.
Nuno Assis - Um hat-trick que faz dele o grande protagonista da partida. Em clara subida de forma, o médio vitoriano esteve em excelente nível e agradeceu o espaço que o meio-campo sadino lhe concedeu.
Fajardo - Por ser tão criticado, e muitas vezes justamente, merece o destaque. Três grandes assistências para golo (o passe para o segundo golo do Vitória é fantástico) tornaram-no um dos jogadores em foco da equipa. E ficou, uma vez mais a ideia de que, quando tem liberdade para andar pelo "meio", joga bem melhor.
Marquinho - Não é ponta-de-lança, mas tem dado muito boa conta do recado. Um excelente golpe de cabeça permitiu ao Vitória chegar ao empate a 1-1, mas não se quis ficar por aqui e ainda foi a tempo de assistir Nuno Assis para o terceiro. A juntar a isto, o irrequietismo habitual.
Defesa - Demasiado permeável e passiva. E onde nem Lionn à direita, nem Andrezinho à esquerda ajudaram a melhorar, antes pelo contrário. Incrível a falha de Lionn no primeiro golo e do colectivo no segundo. Mesmo que o futebol viva de erros, os que deram origem aos dois golos do Setúbal não são admissíveis. Mas o reforço de Inverno, não passou por lá...
Cajuda - Não se percebe o triste espectáculo que voltou a dar no flash-interview. Se não quer mesmo falar, que nem sequer lá vá e assuma as responsabilidades/consequências. Assim, é apenas patético.
Estádio despido - Uma equipa em lugar de descida e com o clube a viver situação dramática, a juntar à intempérie e às dificuldades económicas do país, já faziam antever pouco público da casa. Quando a isto se teima juntar o horário e dia risível do jogo, não seria de esperar público em massa de Guimarães. Mas as TV insistem e os clubes não resistem.
Pode ver os golos da partida, via TV Golo, aqui.
Ecos da Imprensa
[OJogo] [ABola] [Público] [JN]
E quem diria que um jogo entre duas equipas com notórias incapacidades de finalização, acabaria com 6 golos? De facto, o futebol tem destas coisas e esta noite, no duelo de Vitórias, o de Guimarães regressa ao Berço com três preciosos pontos, ao mesmo tempo que afunda ainda mais os de Setúbal.
Mas falemos do jogo. Cajuda não fala, mas inova. Mesmo que, por vezes, essas inovações sejam difíceis de compreender. Para esta partida, o técnico vitoriano prescindiu de um lateral esquerdo de raiz (Luciano) e entregou o lado canhoto a Andrezinho, promovendo a entrada de Lionn para a direita. Flávio, tal como se previa, também regressou à titularidade no miolo. Contudo, se quanto a esta última alteração poucas dúvidas haverá de que a equipa saiu a ganhar, quanto à primeira creio que o Vitória nada ganhou. Perdeu capacidade defensiva à direita e capacidade ofensiva à esquerda.
Relativamente ao jogo "jogado", o maior elogio que se pode fazer ao desafio é que chegou a ser "frenético", mesmo que nem sempre bem jogado. Ora marcas tu, ora marco eu, numa dança muito facilitada por erros defensivos primários, a que nomeadamente o nosso Vitória continua a não conseguir ficar imune.
Ainda assim, a equipa vitoriana teve hoje, aquilo que muitos desconfiavam que pudesse ter, capacidade de reacção à desvantagem, mesmo com extremos ou médios disfarçados de pontas-de-lança e isso talvez tenha sido um dos sinais mais positivos da partida. Mas não só. Outrora tão criticados, a tripla Assis, Fajardo e Marquinho deu hoje muito boa conta de si. Assis, fez três golos, Fajardo assistiu 3 vezes para golo (ainda que um delas não tenha dado em golo) e Marquinho fez uma assistência e marcou um golo. O tridente improvável foi hoje o principal responsável por uma vitória confortável, saborosa mas difícil. Num encontro onde, e a exemplo de Vila do Conde, as duas equipas jogaram com os olhos na baliza mas não foram capazes de esconder graves problemas atrás.
A saída de Fajardo terá sido precipitada, até porque Carlitos pouco ou nada acrescentou e a entrada de Custódio para a saída de Marquinho, ainda que se perceba a ideia de Cajuda, foi o habitual convite ao ataque adversário e que quase dava para o "torto". Contudo, ainda deu para mostrar a Wénio (sentado no banco) que há "trincos" com capacidade de passe, ou não tivesse sido de Custódio a assistência para o quarto golo vitoriano.
Em suma, um triunfo justíssimo do Vitória, numa terra que tem sido talismã nos últimos anos para o campeonato e, curiosamente, com números idênticos à última vitória fora de casa, em Vila do Conde. Dois triunfos por 2-4, um a abrir e o outro a fechar o mês de Janeiro mas onde os quatro golos marcados não podem fazer esquecer os dois sofridos. Porém, por agora, festejemos este belíssimo resultado que se espere possa catapultar o Vitória para uma segunda volta bem mais positiva.
Uma palavra final, e porque ultimamente se fala muito neles, para a arbitragem de João Capela. Excelente.
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Nuno Assis - Um hat-trick que faz dele o grande protagonista da partida. Em clara subida de forma, o médio vitoriano esteve em excelente nível e agradeceu o espaço que o meio-campo sadino lhe concedeu.
Fajardo - Por ser tão criticado, e muitas vezes justamente, merece o destaque. Três grandes assistências para golo (o passe para o segundo golo do Vitória é fantástico) tornaram-no um dos jogadores em foco da equipa. E ficou, uma vez mais a ideia de que, quando tem liberdade para andar pelo "meio", joga bem melhor.
Marquinho - Não é ponta-de-lança, mas tem dado muito boa conta do recado. Um excelente golpe de cabeça permitiu ao Vitória chegar ao empate a 1-1, mas não se quis ficar por aqui e ainda foi a tempo de assistir Nuno Assis para o terceiro. A juntar a isto, o irrequietismo habitual.
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Defesa - Demasiado permeável e passiva. E onde nem Lionn à direita, nem Andrezinho à esquerda ajudaram a melhorar, antes pelo contrário. Incrível a falha de Lionn no primeiro golo e do colectivo no segundo. Mesmo que o futebol viva de erros, os que deram origem aos dois golos do Setúbal não são admissíveis. Mas o reforço de Inverno, não passou por lá...
Cajuda - Não se percebe o triste espectáculo que voltou a dar no flash-interview. Se não quer mesmo falar, que nem sequer lá vá e assuma as responsabilidades/consequências. Assim, é apenas patético.
Estádio despido - Uma equipa em lugar de descida e com o clube a viver situação dramática, a juntar à intempérie e às dificuldades económicas do país, já faziam antever pouco público da casa. Quando a isto se teima juntar o horário e dia risível do jogo, não seria de esperar público em massa de Guimarães. Mas as TV insistem e os clubes não resistem.
Pode ver os golos da partida, via TV Golo, aqui.
Ecos da Imprensa
[OJogo] [ABola] [Público] [JN]

25 Comentários:
comcordo com tudo menos com: "Cajuda - Não se percebe o triste espectáculo que voltou a dar no flash-interview. Se não quer mesmo falar, que nem sequer lá vá e assuma as responsabilidades. Assim, é apenas patético."
ele é obrigado a ir. senão é castigado e paga multa
Caro Zozé, daí eu ter dito "Se não quer mesmo falar, que nem sequer lá vá e assuma as responsabilidades". No assumir as responsabilidades estava implícito que se não for... paga.
E já agora, Carlos Pereira (aquele que na prática é treinador adjunto do Sporting, mas na ficha está como principal) paga multa sempre que Paulo Bento vai? Não me parece.
ahh... as consequências:p lol
Hoje penso que o cajuda so falhou na substituiçao do fajardo.Já o critiquei muitas vezes mas fez um grande jogo e nao merecia sair aos 63 minutos.
concordo com o comentário do jogo e com o sinal + para Nuno Assis, Fajardo (de facto não entendi a saida dele) e Marquinho, sem duvida um belo trio hoje em setubal. quanto a mudança de defesa esquerdo, parece-me que o Andrézinho não esteve nada mal, gosto do Luciano mas a defender MEU DEUS é um buraco autentico. Lionn a falha no primeiro golo é GRAVE, merece ser feito um reparo porque esteve francamente mal. Custodio..acredito que ainda não tenha o ritmo de jogo mas podia ter jogado mais tempo, é um EXCELENTE jogador.
Penso que seria importante fazer um comentário ao nosso Presidente; excelente atitude e empenho no jogo...fica-lhe bem, por ter esta atitude merece ser aumentado.
Andrezinho não esteve mal a defender, mas basicamente porque teve pouca oposição. Ofensivamente não foi eficaz, porque não é um esquerdino. Daí, acreditar que não é uma boa solução, a não ser mesmo em caso de recurso. Luciano é de facto fraco a defender, mas num jogo como este, teria certamente o mesmo aproveitamento. Até porque foi sobre Lionn que caíram os maiores problemas, sempre.
Vimaranes, se eu tivesse que escolher os defesas, não tenho duvida que colocaria o Andrézinho no lado direito e o Luciano no lado esquerdo, porém como não sou eu a escolher e por aquilo que vi no jogo fiz o comentário que fiz a exibição do Andrézinho que me pareceu bastante positiva, independentemente de concordar com a tua afirmação onde dizes que a oposição no ataque do Setubal pelo lado direito foi fraca.
Sem duvida que o lionn esteve mal.Ainda é muito infantil e ingenuo em lances faceis de resolver.Mas o lateral esquerdo nao tenho duvidas vai ser do milhazes quando estiver bem fisicamente.
A tua entrada é genial...
Não vi o jogo por isso não comento o resto. E grande Fajardo, 3 assistências para golo, talvez a falta de público lhe dê confiança.
Vamos lá ver os próximo jogos, três vitórias consecutivas, farão com que o Vitória se aproxime dos lugares Europeus, vamos esperar que isso aconteça, apesar de todos os defeitos que todos nós sabemos que esta época existem.
Obrigado Pantic :).
Quanto ao Fajardo, a brincar que o digas, parece-me claro que ele é de uma fragilidade "mental" enormíssima e que o público o "assusta" sobremaneira. A técnica nem sempre resolve tudo, há que ter estofo. É isso que distingue os "bons jogadores", dos "grandes jogadores".
E 4-f sempre havera jogo contra os pardais.Temos que ir lá e ganhar aos mouros.
Infelizmente aqui em Guimarães, muitos se assustam,talvez por isso nunca passemos de uma "boa equipa" para "grande equipa", talvez seja preciso um bom departamento psicológico, as camadas jovens têm, mas nos seniores a direcção diz que não é preciso... amadorismo no seu melhor... todos os clubes europeus já fazem isso, ajuda a fortalecer a mentalidade competitiva do atleta.
O BASKET nao da uma para a caixa.Mais uma derrota.Ta mau.
E frente a um adversário directo, foi mau de facto. Temos oportunidade de nos redimirmos amanhã.
Si! Muy Bien!
Tambem sempre a mudar de americanos.O Tommi edie é que era craque.Vamos lá ver amanha entao.Força para a jornada dupla do voleibol.
O bronco do milo que Contrate ate 2-f um central.O gregory é um ai jesus.Venha o marcelao ou o renato do boavista.
Esta dado o mote para 1 segunda volta bem diferente... gostei de ver o vitoria, foi mais objectivo, ambicioso, la esta vimaranes houve transpiraçao. Mas confesso que quando vi o golo do setubal pensei "pronto, ja fomos". Mas vamos so jogo, o lionn é "mamado" no primeiro golo sem duvida, mas viram a dobra do gregory??? pois, nao viram porque nao aconteceu. Nao me convence de maneira nenhuma. Joao alves passou claramente ao lado do jogo, em baixo de forma. Nao ganharia o vitoria com custodio e flavio???
o lado esquerdo da defesa parecia 1 corredor, a nossa sorte foi que eles nao atacavam muito senao...
O resto ja ca foi dito.
abraço
Apesar de não fazer qualquer diferença, serei eu o único a achar que aquele golo anulado ao Vitória foi mal anulado?
Ninguém barafustou, nem os jogadores do Setúbal… A mim pareceu-me uma jogada normal com contacto na área e sem o guarda-redes ao barulho.
Bruno Ferreira
Bruno_ferreira@vitoriagrande.com
www.vitoriagrande.com
Nuno Assis e Marquinho os melhores, não entendi a saída do Marquinho.
Cajuda, uma tristeza!
Sempre a mexer na equipa, não sabe o q quer, não tem um esquema táctico definido, já cansa!
Continua um F D P. fala para a spor Tv e ignora a imprensa restante.
O jogo de ontem dava pano para mangas, nomeadamente no que diz respeito a trocadilhos da lingua portuguesa (eheheh). Eu apostava nesta ja´conhecida mas ligeiramente adaptada. "QUEM NÃO TEM CÃO CAÇA COM GATO, NESTE CASO RATO".
Abraço a todos.
Esperemos que a fragilidade "mental" enormíssima e o público de Guimarães não "assuste" o Fajardo sobremaneira, pois necessitamos das desmarcações de classe como as que efectuou ontem, no próximo jogo com os madeirenses!
Quanto ao Nuno Assis,é só a prova de que nem tudo vai mal no reino do Milo/Santos, pois a valia dele é inquestionável e contitui na minha modesta opinião o toque de classe, que este Vitória tanto necessita!
No momento em que vi o lance, Bruno, pareceu-me em falta a acção do jogador do Vitória sobre o defesa sadino. Pelo menos foi a ideia com que ficou e assim sendo terá sido bem anulado. Pese embora já tenha visto coisas piores mas, benefício de dúvida para o árbitro.
O caso do golo anulado ao Vitória, a meu ver, foi mal anulado. Não há qualquer infração e se há, ela é da parte do jogador do Setubal.
o Cajuda ficou mal na fotografia novamente!
Presta-se a um papel que eu não fazia ideia que o homem fosse capaz. Sinceramente! Falou pouco, disse que era um martírio falar, então não falava.
O Cajuda está desorientado, acredito que tenha (algumas)razões para isso, mas não pode dar esta imagem deprimente e de homem de duas caras.
Apesar de tudo que se possa dizer, a verdade é que este triunfo tinha de acontecer, caso contrário ficávamos quase na linha de água. Mesmo depois desta vitória gorda temos de manter os pés bem assentes no chão, pois este ano a equipa está muito inconstante, capaz do melhor e do pior, basta a gente se lembrar do triunfo sobre o Rio-Ave e do que veio a seguir. Essencialmente gostei da forma prática com que a equipa encarou o jogo, não esquecendo as palavras de Nuno Assis “…há dias em que tudo corre bem, tive três oportunidades de golo e concretizei as três…”. Relativamente às opções de Cajuda, também não me pareceram que fizessem a diferença, principalmente perante este Vitória de Setúbal, muito frágil, e frágil também continua a nossa defesa (laterais). Também não consigo perceber, e se é para fazer alterações, porque é que Custódio não jogou de inicio. É obvio que empresta outra qualidade ao meio campo. Pelo andar da carruagem vamos ter experiências até ao fim da época. Valeu pelos três pontos e pelo excelente sentido de oportunidade de Nuno Assis e por um jogo mais conseguido do Fajardo. Que seja para continuar é o que eu desejo e o que o Vitória precisa. Uma palavrinha para o treinador, por favor deixe de fazer essa figurinha triste no final da partida nas entrevistas rápidas. Os sócios e o Vitória não merecem.
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