Importa também manifestar que estamos sempre ao dispor de qualquer associado para o esclarecer de qualquer dúvida ou suspeição que o acerque, para isso basta dirigir-se à Sede do Vitória e aí será, certamente, esclarecido de forma séria e acima de tudo sem o populismo que tem sido usado por alguns, tal como tem sido feito com todos os associados que procuraram esclarecimentos junto da Direcção, como aliás, já foram prestados a alguns associados que intervieram na última Assembleia Geral e que foram acometidos de uma estranha “amnésia”. [Comunicado da Direcção do VSC]
Exmo. Senhor Presidente da direcção do Vitória
Sport Clube:
Quisesse eu, servir-me do populismo que apregoa e poderia agora, dentro da legitimidade que o comunicado da direcção do clube me traz, divulgar todo e qualquer conteúdo da reunião com o senhor presidente na semana que antecedeu o jogo com o FC Porto. Seria agora oportuno da minha parte, demonstrar que não padeço de qualquer estado
amnésico e poder abertamente, e publicamente, e contra aquilo que me foi solicitado tornar público as suas opiniões relativas ao Vitória, ao treinador de então Manuel
Cajuda, ao ex-
vice presidente Manuel Almeida, ao executivo camarário, ao seu modelo de gestão, aos profissionais do Vitória bem como às remunerações do senhor director desportivo do clube, Vasco Santos. Porque tenho palavra, vou continuar a fingir padecer de "amnésia" e tentar fazer de conta que o Vitória está entregue a gente cuja competência é imaculada.
Enganou-se o senhor presidente da direcção do Vitória
Sport Clube, se aquela reunião teve para si o condão de me tentar calar ou sequer de me impedir de continuar a escrever e/ou dizer o que acredito e do modo que me parece mais útil para ajudar o nosso clube.
Urge esclarecer ainda que a reunião com o senhor presidente foi por mim solicitada e tinha, à partida, como único objectivo tentar sensibilizar a direcção do clube para que tornasse possível a visita a Guimarães da ex-glória do Vitória,
Almiro, por este blogue entrevistado e que padece nesta altura de cegueira total, apressada por uma lesão contraída ao serviço do clube. Na altura a resposta foi positiva, mas nada se concretizou.
Como será fácil de compreender, em momento algum, me foram explicados os contornos da transferência de Momha e, muito menos porque ainda não tinha ocorrido, a de Tiago Alencar (duas das questões que deixei na AG).
O seu apelo à união dos vitorianos para tornarem o Vitória maior, é também meu. Uma união que nunca deverá ser sinónimo de acefalia. Porque o Vitória foi, é, e será sempre muito maior do que aqueles que momentaneamente o servem.