
Já deixei na caixa de comentários há dois dias a minha opinião sobre o "caso" Luís Freitas Lobo. Ainda assim e porque há leitores que teimam em ver reproduzido sob a forma de post essa minha opinião, aqui fica ela, como observador, pelo que leio e ouço e como associado do Vitória:
Pinto Brasil começou por dizer que a sua aposta para director desportivo era Luís Freitas Lobo, confirmando a conversa entre ambos e que LFL tinha gostado do projecto apresentado. Isso mesmo foi noticiado pela imprensa, aqui e aqui.
Posteriormente, voltou a afirmar isso mesmo à GmrTV onde disse que não havia acordo simplesmente porque ainda não podia haver, porque não era ainda presidente do Vitória.
Luís Freitas Lobo, pela primeira vez, referiu-se ao assunto, confirmando ter conversado com Pinto Brasil, dizendo que havia convergência de ideias, mas que não havia nada concreto, mostrando no entanto disponibilidade em conversar depois das eleições, se Pinto Brasil for eleito.
Até aqui parece-me tudo perfeitamente normal. Houve uma conversa, uma troca de ideias, uma convergência de pontos de vista e depois os dois voltariam a conversar se Pinto Brasil fosse eleito. Tudo isto me parece francamente normal. LFP tem um vínculo contratual com a RTP, TSF, jornais ABola e Expresso e como tal, não pode assumir compromissos sem certezas por respeito a quem lhe paga e muito menos servir de bandeira eleitoral. É o dever de um profissional, respeitar a sua entidade patronal.
O problema esteve quando Pinto Brasil falou de um acordo. Perante isto só restou a LFL a solução de, em directo, o desmentir. Voltando a reafirmar o que tinha dito, que tinha estado reunido, tinham conversado, trocado ideias mas que não havia qualquer compromisso. E isso parece-me lógico. LFB não está desempregado e Pinto Brasil ainda não é presidente do clube.
Creio que Pinto Brasil caiu na tentação de dizer que havia um acordo e não o deveria ter feito, até porque saberá que LFB não quer ser usado como bandeira eleitoral. Aí cometeu um erro.
Já ontem, e na sessão esclarecimento em Ronfe, o candidato a vice-presidente Dias Pereira, voltou a reafirmar que estiveram, por duas vezes, reunidos com Luís Freitas Lobo e que foi mostrada a intenção de o mesmo vir a ser o director desportivo do clube, no entanto, também garantiu não haver qualquer acordo, ficando apenas a intenção de retomar conversações logo após as eleições do dia 20 de Março.
Conclusão: Houve conversações, convergência de opiniões mas não há qualquer acordo formal como não poderia haver. E quanto a isto, dou o assunto por encerrado. Luís Cirilo dizia ontem que o projecto da Lista A não se esgotava num nome e é nisso que naturalmente quero acreditar, porque independentemente de achar Luís Freitas Lobo, uma excelente opção, centralizar a discussão no seu nome é um erro.
Posteriormente, voltou a afirmar isso mesmo à GmrTV onde disse que não havia acordo simplesmente porque ainda não podia haver, porque não era ainda presidente do Vitória.
Luís Freitas Lobo, pela primeira vez, referiu-se ao assunto, confirmando ter conversado com Pinto Brasil, dizendo que havia convergência de ideias, mas que não havia nada concreto, mostrando no entanto disponibilidade em conversar depois das eleições, se Pinto Brasil for eleito.
Até aqui parece-me tudo perfeitamente normal. Houve uma conversa, uma troca de ideias, uma convergência de pontos de vista e depois os dois voltariam a conversar se Pinto Brasil fosse eleito. Tudo isto me parece francamente normal. LFP tem um vínculo contratual com a RTP, TSF, jornais ABola e Expresso e como tal, não pode assumir compromissos sem certezas por respeito a quem lhe paga e muito menos servir de bandeira eleitoral. É o dever de um profissional, respeitar a sua entidade patronal.
O problema esteve quando Pinto Brasil falou de um acordo. Perante isto só restou a LFL a solução de, em directo, o desmentir. Voltando a reafirmar o que tinha dito, que tinha estado reunido, tinham conversado, trocado ideias mas que não havia qualquer compromisso. E isso parece-me lógico. LFB não está desempregado e Pinto Brasil ainda não é presidente do clube.
Creio que Pinto Brasil caiu na tentação de dizer que havia um acordo e não o deveria ter feito, até porque saberá que LFB não quer ser usado como bandeira eleitoral. Aí cometeu um erro.
Já ontem, e na sessão esclarecimento em Ronfe, o candidato a vice-presidente Dias Pereira, voltou a reafirmar que estiveram, por duas vezes, reunidos com Luís Freitas Lobo e que foi mostrada a intenção de o mesmo vir a ser o director desportivo do clube, no entanto, também garantiu não haver qualquer acordo, ficando apenas a intenção de retomar conversações logo após as eleições do dia 20 de Março.
Conclusão: Houve conversações, convergência de opiniões mas não há qualquer acordo formal como não poderia haver. E quanto a isto, dou o assunto por encerrado. Luís Cirilo dizia ontem que o projecto da Lista A não se esgotava num nome e é nisso que naturalmente quero acreditar, porque independentemente de achar Luís Freitas Lobo, uma excelente opção, centralizar a discussão no seu nome é um erro.





