sábado, abril 13, 2013

Goleada na primeira final (4-2)



Vitória fundamental. Tão fundamental quanto justa esta tarde diante do Freamunde. Após 16 jogos, os vitorianos voltaram a sentir o sabor de uma vitória e logo com muitos golos frente a um concorrente directo.
 
E, não fosse algum desperdício (infelizmente a sina desta temporada), e o jogo até poderia ter corrido de forma bem mais tranquila na partida de estreia de Armando Evangelista no banco do Vitória B. O primeiro golo surgiu por intermédio de Crivellaro. O brasileiro, em mais um grande momento de futebol, começou e concluiu a jogada que teve ainda pelo meio o contributo indispensável de Siaka Bamba (continuo a pensar, o que poderia ser Crivellaro com outra intensidade de jogo...). Contudo, um erro num lance de bola parada levou a que Bock empatasse no minuto seguinte.
 
Na segunda parte, o Vitória B voltaria a adiantar-se no marcador por intermédio de Siaka Bamba, de cabeça e a abrilhantar uma excelente partida do médio vitoriano. Mas... o Freamunde acabaria, de novo, por empatar. Laranjeiro de livre directo bateu Assis pela segunda vez.
 
Obrigado a correr, de novo, atrás do prejuízo o Vitória B não se deixou abater. E esse é o dado mais importante de uma equipa que mesmo em situação difícil conseguiu ter forças para conseguir os três pontos. Barrientos primeiro, e Índio depois avolumaram o resultado e ajudaram a resolver uma partida difícil mas em que o Vitória foi amplamente superior e onde nunca teve medo de ir para cima do adversário. E tudo isto aconteceu, apesar da arbitragem miserável de Marco Ferreira.
 
A primeira das oito finais está ganha, mas há ainda muito trabalho pela frente, a começar já pela próxima jornada, de novo em casa, frente ao Aves. Porque apesar dos três pontos, os resultados dos mais directos adversários deixaram praticamente tudo na mesma.

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